Coloque em prática

Compre sua aposentadoria, em parcelas

Compre a prazo a coisa mais importante da sua vida, sua independência financeira na velhice

19 de Setembro de 2019


Brasileiro adora parcelar, encontra no parcelamento a solução para comprar o que quer e não tem dinheiro para pagar à vista. Que tal comprar sua aposentadoria , em parcelas? Se eu perguntar qual é a coisa mais cara que você comprará na vida, a resposta não será uma TV, o carro ou a casa. Poupar para o seu futuro, comprar a sua aposentadoria será, provavelmente, a compra mais cara da sua vida. Cara com duplo sentido: no sentido monetário e no sentido de propósito, de significado. Maior expectativa de vida, incerteza da Previdência Social no futuro e menor contribuição dos empregadores aos funcionários tornaram o planejamento dessa grande compra muito mais complexo do que era no passado. As pessoas nem ao menos se preocupavam com isso, morriam antes de se aposentar. Aumentou muito a complexidade das nossas decisões financeiras. Despreparados, muitos precisam de ajuda para entender a importância de um orçamento para controlar e limitar os gastos, formar um fundo de emergência para evitar contratempos financeiros, para lidar com as grandes mudanças na vida, evitar problemas com endividamento e decidir onde investir o dinheiro. Algumas recomendações para evitar os erros comuns e tirar o máximo proveito do planejamento financeiro: - Definir metas financeiras mensuráveis: estabeleça metas específicas de quanto deseja alcançar e quando deseja ver os resultados. Todo o mundo quer estar “confortável” na aposentadoria e ver seus filhos frequentando “boas” escolas, mas o que você quer dizer com confortável e bom? Metas claras são mais fáceis de fixar e medir. - Compreender os efeitos de cada decisão financeira: lembre-se de que cada pedaço da sua vida financeira é parte de um quebra-cabeça maior. Por exemplo, uma decisão sobre a compra de um carro pode afetar as metas de aposentadoria. Suas decisões financeiras estão inter-relacionadas. - Reavaliar sua situação financeira periodicamente: o planejamento financeiro é um processo dinâmico, os objetivos mudam ao longo dos anos devido a mudanças no estilo de vida ou circunstâncias como herança, casamento, nascimento, compra de casa ou mudança de emprego. Revise seu plano financeiro para permanecer no caminho certo e atingir as metas de longo prazo. - Comece a planejar o mais rápido possível: quanto mais cedo começar, maior a probabilidade de atingir suas metas. Desenvolver bons hábitos, como economizar, orçamentar, investir e revisar regularmente as finanças, amplia as chances de atingir as metas, especialmente as mais caras, como a aposentadoria, e de longo prazo, de cujo benefício não desfrutamos agora. - Seja realista em suas expectativas: o planejamento financeiro não muda sua situação da noite para o dia, é um processo vitalício. Lembre-se de que fatores alheios ao seu controle, como inflação ou mudanças de caráter político ou econômico, afetarão seus resultados. - Obtenha ajuda de um profissional qualificado: assim como você procura uma opinião especializada de um médico para questões de saúde, há momentos em que você precisa de um profissional qualificado para fornecer consultoria de planejamento financeiro. Um planejador financeiro com a Certificação CFP® pode ajudá-lo em sua jornada para um futuro financeiro saudável. - Assuma o controle de sua vida financeira: se você está sendo orientado por profissionais do mercado, certifique-se de compreender, faça perguntas sobre as recomendações oferecidas. Seja protagonista e desempenhe um papel ativo na tomada de decisões. Fonte: Marcia Dessen, para Folha de S.Paulo Leia o artigo original aqui .

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Coloque em prática

As vacinas que os adultos precisam tomar

Muitos adultos nem sequer sabem onde está a sua carteira de vacinação.

20 de Fevereiro de 2019


O surto de sarampo em curso no Brasil, com mais de 10 mil casos confirmados, pode levar pessoas a se perguntarem: minhas vacinas estão em dia? Muitos adultos, no entanto, nem sequer sabem onde está a sua carteira de vacinação. “Adolescentes, adultos e idosos não têm essa cultura bem estabelecida”, afirma Juarez Cunha, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm). Existem vacinas para todas as faixas etárias. Diversas delas, como a tríplice viral (inclui sarampo), são oferecidas gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). “Em geral, adultos procuram se imunizar somente em situações de surto e epidemia, ou quando viajam”, aponta Cunha. Com isso, se expõem ao risco de contrair - e disseminar - doenças preveníveis. “Recomendo que as pessoas questionem seus médicos sobre as vacinas disponíveis para elas.” A tríplice viral que, além de sarampo, protege contra caxumba e rubéola, é oferecida em duas doses para pessoas de 20 a 29 anos, e em uma dose para aqueles entre 30 e 49 anos. Também ofertada nos postos de saúde, a dupla adulto (dT), que evita tétano e difteria, deve ser reforçada a cada dez anos. Já a vacina da hepatite B deve ser tomada em três doses, no esquema 0-1-6 meses, segundo o calendário da SBIm . Para pessoas com condições de saúde especiais, como indivíduos com mais de 60 anos que estejam acamados ou morem em instituições de longa permanência para idosos, o SUS oferece a vacina pneumocócica 23 valente. Idosos e portadores de doenças crônicas não transmissíveis são ainda público-alvo da campanha anual de vacinação contra a gripe. O imunizante é ofertado também para: gestantes, mulheres com até 45 dias após o parto, professores da rede pública e privada e pessoas privadas de liberdade e funcionários do sistema prisional. Há outras vacinas recomendadas pela SBIm, porém disponíveis somente em clínicas privadas, a exemplo de herpes zóster e hepatite A. Segundo Juarez Cunha, só existem duas maneiras de atestar que uma pessoa é imunizada: por meio de um certificado de vacinação ou de um exame laboratorial. Por isso, é importante guardar a carteira de vacinação. Vacinas Hepatite A Recomendação: Duas doses, com esquema 0-6 meses Oferecida pelo SUS: Não Hepatite B Recomendação: Três doses, com esquema 0-1-6 meses Oferecida pelo SUS: Sim Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) Recomendação: Se nunca vacinado, duas doses até 29 anos e uma dose entre 30 e 49 anos Oferecida pelo SUS: Sim Dupla adulto (difteria e tétano) Recomendação: Reforço a cada 10 anos Oferecida pelo SUS: Sim HPV Recomendação: Homens de até 26 e mulheres de qualquer idade Oferecida pelo SUS: Gratuita na rede pública somente para meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos Influenza (gripe) Recomendação: Dose única anual Oferecida pelo SUS: Sim, para pessoas com mais de 60 anos e demais grupos de risco (Gestantes, portadores de doenças crônicas não transmissíveis, povos indígenas, mulheres com até 45 dias após o parto, professores da rede pública e privada, pessoas privadas de liberdade e funcionários do sistema prisional) Febre amarela Recomendação: Dose única, se nunca vacinado Oferecida pelo SUS: Sim Pneumocócica 23 Valente Recomendação: Duas doses até 65 anos. Terceira dose depois dos 65 anos, com 5 anos de intervalo em relação à anterior Oferecida pelo SUS: Sim, para grupos específicos (Pessoas com 60 anos e mais não vacinados que vivem acamados e/ou em instituições fechadas) Pneumocócica 13 Valente Recomendação: Uma dose para pessoas acima de 60 anos Oferecida pelo SUS: Não Herpes zóster Recomendação:  Dose única, a partir de 60 anos Oferecida pelo SUS: Não Dengue Recomendação: Somente para pessoas que já tiveram dengue. Adultos de até 45 anos, três doses em esquema 0-6-12 meses Oferecida pelo SUS: Não

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