Coloque em prática

Ômega 3 natural ou em cápsulas?

Há muitas coisas dentro de cada Pilar que podemos fazer para nos apropriarmos de nossa própria longevidade.

25 de Abril de 2018


Sabemos da importância em oferecer aos nossos leitores práticas simples e poderosas que estejam ancoradas em pesquisas científicas. O objetivo é colaborar diretamente para sua longevidade e bem-estar. Há muitas coisas dentro de cada Pilar que podemos fazer para nos apropriarmos de nossa própria longevidade. Aqui está uma das práticas simples de mudança de hábito - do Pilar do Corpo - que tem benefícios científicos bem documentados ligados à longevidade:

Comer peixes regularmente proporciona altos níveis de ômega 3 no sangue

Um estudo recente trouxe um argumento convincente demonstrando a relação entre níveis de ômega 3 no sangue e longevidade. Os resultados do estudo apontam que “aqueles que tiveram os maiores níveis de ômega 3 no sangue viveram, em média, 2,2 anos a mais do que aqueles com níveis mais baixos”. Mas atenção: os participantes obtiveram seu ômega 3 de peixes in natura – e NÃO de suplementos. Mesmo assim, há muitos autores que continuam a incentivar o uso dos comprimidos, uma vez que muitas vertentes destacam outros benefícios à saúde.

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Coloque em prática

Dieta contra o Alzheimer

O resultado é um programa alimentar que é supostamente mais fácil de ser seguido e tem gerado bons resultados no combate ao Alzheimer e a outras doenças cardíacas e degenerativas.

17 de Julho de 2018


O nome do novo cardápio não é por acaso. Além de MIND significar "mente", em inglês, a alcunha representa também a sigla Mediterranean-DASH Intervention for Neurodegenerative Delay, algo como Intervenção da Mediterrânea-DASH pelo Atraso Neurodegenerativo. Da mediterrânea, este regime herdou a grande quantidade de peixe, alimentos com gorduras saudáveis, vegetais e grãos integrais. Enquanto isso, a DASH inspirou a MIND com sua riqueza em frutas e outros vegetais, além de laticínios com pouca gordura. O resultado é um programa alimentar que é supostamente mais fácil de ser seguido e tem gerado bons resultados no combate ao Alzheimer e a outras doenças cardíacas e degenerativas. Grãos integrais, muitos vegetais, uma taça diária de vinho, sementes oleaginosas, carne branca (frango ou peixe) e frutas silvestres não podem faltar no cardápio, ao passo que devem ser evitados alimentos como manteiga, queijo, carne vermelha, doces e comidas fritas ou processadas. De acordo com um estudo realizado pela Universidade Rush , seguidores da dieta MIND têm 53% menos chance de desenvolver Alzheimer do que aqueles que não adotam o programa. Até mesmo quem não acompanha as orientações à risca levam vantagem, com 35% menos risco. A pesquisa foi realizada ao longo de cinco anos, com cerca de 900 pessoas, nos Estados Unidos, e foram verificados vários fatores além da alimentação para chegar à conclusão, como as atividades físicas e a educação dos participantes. Leia o artigo original aqui.

Fonte: Luciana Carvalho Síntese: Equipe Plenae

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