Coloque em prática

Plenae Drops: Blenda Oliveira e os papéis na maternidade

Blenda Oliveira e os papéis na maternidade fazem parte da quarta edição do Plenae Drops, a pausa que o seu dia precisa

8 de Maio de 2021


Como construir e preservar uma boa relação entre mães e filhos? É o que busca responder a psicóloga Blenda Oliveira, doutora em psicologia pela PUC-SP e psicoterapeuta de adultos, adolescentes, crianças, famílias e casais, especialista em relações humanas.

Ela inicia suas reflexões, feitas em um vídeo curto e recheado de dicas para o Plenae Drops, atentando para o papel principal da mãe, que tem um compromisso primário com a verdade e o amor com o seu filho, ouvindo e conversando dentro das possibilidades que o momento pede.

É preciso também reforçar o seu lugar de mãe. Por melhor que seja a sua relação com a sua prole, eles não devem deixar o posto de serem filhos, e nem você de cuidadora - essa relação não deve se confundir.

Por fim, Blenda finaliza relembrando a importância de se celebrar as conquistas diárias de suas evoluções que, apesar de parecer óbvio, pode se perder na rotina, sobretudo em um dia a dia de intensa convivência como estamos vivendo.

Você tem conseguido prestar atenção nas pequenas alegrias da relação de mãe e filho? Aperte o play e inspire-se! Plenae Drops , a pausa que você precisa.

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Plenae Drops: Telma Abrahão e os 3 passos para a educação positiva

Escutar, compreender e legitimar são os primeiros passos para melhorar as relações. Telma Abrahão, na quinta edição do Plenae Drops.

18 de Agosto de 2021


Sua forma de educar é positiva e consciente? A educadora e escritora Telma Abrahão tem dedicado toda a sua carreira estudando o tema e hoje traz algumas dicas que podem atenuar esse processo.

O primeiro passo é desenvolver a sua própria empatia e ouvir com atenção. Quando você é empático, começa a olhar a necessidade do outro, não só as suas, e isso é de suma importância no trato com as crianças, que ainda precisam muito da nossa ajuda e não sabem se expressar como esperamos. "Quando escutamos nossos filhos, as chances deles nos escutarem aumenta muito", diz a especialista.

O segundo passo é aprender a validar as emoções. Muitas vezes, falamos somente o que nos toca sem refletir muito a respeito. Entender as próprias emoções é um caminho importante para melhorar a compreensão dos sentimentos alheios e, assim, achar uma via positiva para a comunicação.

Por fim, compreenda que as crianças possuem um cérebro ainda imaturo, e cabe aos adultos gerenciar suas próprias expectativas em relação ao comportamento de seus filhos, que ainda não tem condição neurológica de lidar com o que ela sente.

Lembrar que ela precisa de você para regular seu próprio equilíbrio é também tirá-la do papel de vilão e, assim, estreitar laços que podem estar frouxos. Você está disposto a ressignificar essa relação? Aperte o play e inspire-se!

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