Coloque em prática

Ter um cão melhora a saúde do coração

Quem já teve cachorro sabe o quanto o animal desperta alegria, afetividade e brincadeiras.

17 de Julho de 2018


Grupo de pesquisadores suecos encontrou evidências estatísticas de que a convivência com os cães faz bem à saúde do homem. Quem já teve cachorro sabe o quanto o animal desperta alegria, afetividade e brincadeiras. Estimula hábitos saudáveis – como caminhar e socializar com a vizinhança. “O cachorro pode funcionar como muleta social”, diz o autor principal do estudo, Tove Fall, epidemiologista da Universidade de Uppsala, na Suécia. A pesquisa. Na Suécia, todos os cães são registrados na Junta Sueca de Agricultura e identificados por número com tatuagem na orelha ou chip subcutâneo. Os pesquisadores levantaram dados demográficos de 3,4 milhões de pessoas com idades entre 40 e 80 anos. Descartaram aqueles com registro de doenças cardíacas. Os dados foram cruzados com Registros de Causa Morte de 2001 a 2014. Controlaram idade, sexo, estado civil, renda e outros fatores. Os donos de cães apresentaram risco de morte diminuído em 20%, em geral, e em 23 % por motivo de doenças cardíacas. O estudo completo publicado no fim de 2017 está aqui. Influência da raça. Donos de Pointers Ingleses (ou Perdigueiros) e de Retrievers apresentaram melhores resultados. Isso pode significar que os benefícios podem variar de acordo com as raças, segundo Fall. Este não foi, no entanto, um estudo de causa e efeito. Leia o artigo original aqui. Uma série de estudos anteriormente publicados já apontavam para a diminuição dos riscos de doenças cardiovasculares. Destaca-se o da Associação Americana de Cardiologia, realizado em 2013.

Fonte: Nicholas Bakalar Síntese: Equipe Plenae

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Coloque em prática

Cinco passos para mudar seus hábitos

Alguns truques psicológicos ajudam a adotar bons hábitos de vida

5 de Agosto de 2019


Escolher o momento certo para adotar um novo hábito é uma das dicas para colocar o plano em prática com sucesso. Conheça outros quatro. 1.Identifique um gatilho Criar um hábito é tentar formar um elo de comportamento na memória. “Você realiza o comportamento sem ter que fazê-lo intencionalmente”, diz Phillippa Lally, pesquisadora da Universidade College London, que estuda hábitos. Os gatilhos podem ser internos ou externos (como sentir fome ou fazer uma xícara de chá) e são mais eficazes quando encontrados todos os dias, inclusive no fim de semana, para minimizar o planejamento diário e a força de vontade. Alguns exemplos de gatilhos diários são acordar e fazer as refeições. 2. Seja específico Pense exatamente no que você quer fazer. "Não estabeleça uma meta genérica como: quero comer mais frutas e verduras", sugere Lally. "Você precisa ter um plano específico para saber exatamente quando e como vai fazer isso." É mais provável que um comportamento se torne habitual se você gosta dele ou o considera gratificante. Mesmo que seja algo que você acha que prefere não fazer, como exercícios, quando você praticar atividade física, provavelmente ficará satisfeito consigo mesmo. 3. Pense em quem você é Há algumas evidências que sugerem que somos mais propensos a criar um hábito se ele se conecta ao nosso senso de identidade. “Alguns [hábitos] são representações de certos objetivos ou valores importantes”, diz Bas Verplanken, professor de psicologia social da Universidade de Bath. Uma pessoa muito preocupada com o meio ambiente, por exemplo, pode criar hábitos relacionados a um comportamento sustentável. 4. Escolha o seu momento "Use o que chamamos de 'descontinuidades de hábitos'", diz Verplanken. Trata-se de “momentos em que as pessoas passam por alterações no curso da vida, como mudar de casa, começar uma família ou um relacionamento, se divorciar ou parar de trabalhar”. Esses eventos interrompem velhos hábitos e permitem que você crie novos. É por isso que as resoluções de Ano-Novo tendem a falhar - sua vida e as rotinas antigas ainda são as mesmas em 2 de janeiro. No entanto, trocar de emprego ou adotar um animal de estimação pode se tornar um catalisador de mudanças mais amplas. 5. Não desista A pesquisa de Lally desmistificou a afirmação generalizada de que a formação de um hábito leva 21 dias. De acordo com a pesquisadora, a média foi de 66 dias, com algumas pessoas levando até 254 dias (e algumas apenas 18). "Nós modelamos a curva de formação de hábito. Ela começa a subir e, algum momento, atinge o platô", afirma. Não se desespere se você perder um dia. Segundo a pesquisadora, não se sabe o quanto você pode sair do trilho e retomar o caminho do novo hábito, mas uma ocasião não é desastrosa. Fonte: Emine Saner, para The Guardian Síntese: Equipe Plenae Leia o artigo completo aqui .

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