Para Inspirar

A meditação transcendental é a mais poderosa

Testes científicos realizados pelo Departamento de Psicologia da Universidade Internacional Maharishi, nos Estados Unidos, falam sobre os benefícios da meditação transcendental

24 de Abril de 2018


São muitas as práticas oferecidas pelas academias para a alteração do estado de consciência, como meditação transcendental, treinamento de atenção plena e relaxamento. Em geral, a escolha é feita pela afinidade que o pretenso aluno tem pela atividade.

Mas agora a ciência oferece mais um elemento para que as pessoas escolham melhor. Testes científicos realizado pelo Departamento de Psicologia da Universidade Internacional Maharishi, nos Estados Unidos, mostram que meditação transcendental traz mais benefícios para a saúde, seguida do treinamento de atenção e por último o relaxamento.

A pesquisa investigou o quanto a mudança no estado de consciência de indivíduos idosos, por meio de técnicas mentais específicas, afeta a extensão da vida humana e a ocorrência de patologias relacionadas à idade. Foram selecionados 73 residentes de oito asilos, com idade média de 81 anos, distribuídos aleatoriamente em quatro grupos.

O primeiro não recebeu tratamento. O segundo integrou o programa de meditação transcendental, o terceiro, o de treinamento de atenção plena e o quarto, o de relaxamento. Os indicadores usados para avaliação foram aprendizagem, mensurações de flexibilidade cognitiva, saúde mental, pressão arterial sistólica, classificações de flexibilidade comportamental, envelhecimento e eficácia do tratamento.

Os praticantes de meditação e atenção plena obtiveram os melhores resultados. Passados três anos, os benefícios se confirmaram, mas a maior taxa de sobrevida foi para a equipe de meditação, – 100% estavam vivos –, seguido do grupo de atenção plena – cujo a maioria dos praticantes (86%) não tinham morrido.

Leia a pesquisa completa aqui.

Fonte: US National Library of Medicine National Institutes of Health
Síntese: Equipe Plenae

Compartilhar:


Para Inspirar

Espiritualidade é trampolim para felicidade

Quem frequenta cultos religiosos pelo menos uma vez por semana tem 29% mais chances de aumentar os anos de vida do que os não praticantes.

17 de Julho de 2018


Quem frequenta cultos religiosos pelo menos uma vez por semana tem 29% mais chances de aumentar os anos de vida do que os não praticantes. Esse foi o resultado apontado por uma grande pesquisa, divulgada em 2009, que revisou 42 estudos sobre o papel da espiritualidade na saúde. Envolveu 126 mil pessoas. Os praticantes religiosos mostraram maior comprometimento com a própria saúde. Passavam por consultas rotineiras ao dentista, tomavam direitinho remédios prescritos, bebiam e fumavam menos. A pesquisa confirmou o que já apontava o estudo populacional de 2001, realizado pelo Centro Nacional de Adição e Abuso de Drogas dos Estados Unidos. Adultos que não consideram a religião importante consomem mais álcool e drogas. É a versão real dos Simpsons e seus exageros estereotipados. O personagem central do desenho, o pai de família Homer faz pouco de qualquer fé, é obeso e alcoólatra. Ao contrário do vizinho carola, Ned Flanders – que é regrado, tem saúde perfeita e corpo sarado. Andar na linha é mais comum entre os crentes e a razão está no poder de autocontrole, segundo cientistas. “A fé facilita a árdua tarefa de adiar recompensas, algo fundamental e rotineiro, desde fazer dieta até estudar para concursos”, diz o psicólogo Michael McCullough, professor da Universidade de Miami e parceiro de Harold Koenig em pesquisas sobre espiritualidade. Felicidade. A fé também tem relação com a felicidade. Um estudo europeu mostrou que pessoas espiritualizadas são mais satisfeitas. Os ateus mostram maior propensão ao pessimismo justamente por ter uma leitura objetiva da vida. Não acreditam na providência divina que pode mudar o curso dos acontecimentos em um estalar de dedos. Religiões estimulam algo essencial para o ser humano: o espírito de comunidade. Devotos normalmente não estão sozinhos. Para Andrew Clark – um dos autores desse estudo europeu e professor da Escola de Economia de Paris – as religiões ajudam as pessoas a superar choques ou a pelo menos não se desesperarem tanto com os tropeços da vida. Segundo a pesquisa, a queda no indicador de bem-estar foi menor entre os desempregados religiosos do que os não religiosos. “A religião oferece ‘proteção’ contra o desemprego”, diz Clark. “Na hora do aperto, há sempre alguém para estender a mão.” Solidariedade. Outra pesquisa, essa realizada pela Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, comparou duas formas de amparo à terceira idade, a das igrejas e a dos serviços sociais estatais. A discrepância a favor do suporte religioso foi tão significativa que o autor do estudo, o gerontologista Neal Krause, acredita haver algo de único nesse tipo de apoio. Até mesmo os ateus são beneficiados pelo espírito solidário oferecido pelas instituições religiosas. Um estudo feito por Clark investigou o efeito da religiosidade dos outros sobre o bem-estar de uma comunidade. A descoberta foi intrigante. As pessoas sem religião de regiões de maioria ateia são menos felizes do que aquelas sem religião de áreas onde a maior parte da população professa uma fé. “Isso não é nada bom para os ateus: eles parecem menos felizes e também fazem os outros menos felizes”, concluiu Clark. A explicação para isso pode estar na compaixão incentivada pelas religiões. A escritora e ex-freira inglesa Karen Armstrong, autora de mais de 20 livros sobre o tema, acredita que o princípio da compaixão está no centro de todas as tradições religiosas. É ela que nos leva a pensar no próximo e a fazer de tudo para aliviar o sofrimento e as angústias dele. Leia o artigo completo aqui.

Fonte: Sílvia Lisboa Síntese: Equipe Plenae

Compartilhar:


Inscreva-se na nossa Newsletter!

Inscreva-se na nossa Newsletter!


Seu encontro marcado todo mês com muito bem-estar e qualidade de vida!

Grau Plenae

Para empresas
Utilizamos cookies com base em nossos interesses legítimos, para melhorar o desempenho do site, analisar como você interage com ele, personalizar o conteúdo que você recebe e medir a eficácia de nossos anúncios. Caso queira saber mais sobre os cookies que utilizamos, por favor acesse nossa Política de Privacidade.
Quero Saber Mais