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As pílulas desaceleram o envelhecimento?

Suplementos de óleo de peixe, que são vendidos no mercado como agentes contra o envelhecimento, não possuem a mesma eficiência como os consumidos in natura, segundo pesquisadores.

3 de Maio de 2018


Suplementos de óleo de peixe, que são vendidos no mercado como agentes contra o envelhecimento, não possuem a mesma eficiência como os consumidos in natura, segundo pesquisadores. Sabe-se que ingerido por meio de alimentos como o salmão, é uma substância com benefícios comprovados para o organismo. Em particular confere proteção ao sistema cardíaco (baixa o colesterol e o triglicérides, por exemplo) e possui efeitos anti-inflamatórios. Uma pesquisa com roedores submetidos à dieta de peixe in natura já havia comprovado esse fato. A alimentação enriquecida poderia aumentar o tempo de vida, uma vez que afetou os processos de inflamação e oxidação. Os pesquisadores do Instituto Nacional do Envelhecimento, nos Estados Unidos, resolveram testar as drágeas de peixe. Adicionaram-nas à dieta de um grupo de camundongos de mesma idade e geneticamente heterogêneos. A suplementação em doses altas ou baixas não afetaram o efeito sobre o tempo de vida das cobaias, machos ou fêmeas, apesar dos comprovados benefícios no combate às doenças relacionadas ao envelhecimento. Leia a pesquisa completa aqui .

Fonte: Impact Journals, LLC Síntese: Equipe Plenae

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Pessoas religiosas vivem mais

Mais do que ajuda espiritual, a religião pode ser, segundo a ciência, um grande protetor da saúde.

31 de Janeiro de 2019


Mais do que ajuda espiritual, a religião pode ser, segundo a ciência, um grande protetor da saúde. Marino Bruce, da Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos,  liderou uma equipe de 11 pesquisadores com o objetivo de analisar a relação entre religiosidade, estresse e morte na meia-idade. Os resultados apontam que a religião não apenas diminuiu o estresse como pode ser um fator isolado de proteção ao envelhecimento. Método da pesquisa. Os cientistas utilizaram uma amostra de 5.449 americanos de 40 e 65 anos da Pesquisa Nacional de Exame de Saúde e Nutrição (National Health and Nutrition Examination Survey/ NHANES). Esse estudo incluiu perguntas sobre a frequência de visitas à igreja e 10 fatores de estresse que podem ser medidos em um ambiente clínico, como pressão arterial e níveis de hormônios relacionados. Juntos, esses fatores são conhecidos como carga alostática (AL). Estudos anteriores descobriram uma maior AL está associada a níveis elevados de doença e morte precoce. Tempo de pesquisa. Durante 14 anos, os autores controlaram fatores socioeconômicos, status do seguro saúde e comportamentos relacionados à saúde, como consumo de álcool e preferências alimentares – todos os dados coletados pelo NHANES. Sete conclusões do estudo. Os frequentadores de igrejas tiveram um risco significativamente menor de morrer no período de acompanhamento.
  1. Após o ajuste para idade, sexo, raça e condições médicas crônicas, frequentadores da igreja de 40 a 65 anos de idade apresentaram 46% menos probabilidade de morrer no período de acompanhamento em comparação com os não praticantes da fé.
  2. Os autores não encontraram diferença significativa na mortalidade ao medir assiduidade de frequência às igrejas.
  3. Os não frequentadores tiveram taxas significativamente mais altas de três fatores de AL: pressão arterial, colesterol HDL (o colesterol “bom”) e a relação entre colesterol total e colesterol HDL.
  4. A religiosidade pode ser um fator isolado de impacto na longevidade. As pessoas que não frequentam igreja tiveram uma taxa de mortalidade mais alta mesmo após o controle da AL. “A relação positiva entre a frequência à igreja e o aumento da longevidade sugere que a religiosidade pode afetar dois parâmetros objetivos de saúde bem descritos.”
  5. 64% dos entrevistados frequentam a igreja pelo menos uma vez por ano e 36% disseram que nunca vão.
  6. Os fiéis são mais saudáveis, educados e economicamente bem-sucedidos do que a população americana em geral. “Especificamente, eles eram mais propensos a ter níveis mais elevados de realização educacional, níveis mais baixos de pobreza, aumento da atividade física, taxas reduzidas de fumar e beber e um índice alimentar mais saudável.”
Leia o artigo original aqui .

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