Para Inspirar

Células-tronco são aposta para retardar o envelhecimento

Ao invés de tentar parar o relógio interno, a proposta é reajustar o mecanismo.

22 de Novembro de 2018


Uma das abordagens para a conquista da longevidade com qualidade de vida apresentada no maior relatório já lançado sobre o tema, The Science of Longevity (em português, A Ciência da Longevidade), é a de reparação e manutenção. Ao invés de tentar parar o relógio interno, a proposta é reajustar o mecanismo. A terapia com células-tronco seria um grande caminho. Este tipo de abordagem beneficiaria especialmente o cérebro, formado por inúmeras, pequenas e dispersas células estaminais (ou tronco), capazes de se autorenovar e de se dividir indefinidamente – capacidade que termina com o avançar da idade. Para doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer, em que os neurônios morrem progressivamente, a terapia com células-tronco poderia, em teoria, substituir as células perdidas e reparar esses circuitos quebrados. Um grande salto foi a descoberta das células-tronco pluripotentes induzidas (iPSCs) – aquelas obtidas a partir da pele e de outras células maduras, capazes de produzir todos os tecidos do organismo. Até agora, as células-tronco ainda não foram amplamente adotadas nas clínicas médicas. “Um conjunto de ferramentas de tecnologias altamente inovadoras e invasivas com muitos experimentos clínicos ainda está por vir”, afirma o relatório. Há ainda uma bala de prata entre as novas descobertas. O boom na impressão de tecidos em 3D oferece uma abordagem alternativa às células-tronco na substituição de órgãos durante o envelhecimento. O investimento recente da Fundação Methuselah garante que o interesse dos médicos permaneça alto, apesar de ainda ser um meio de tratamento pouco convencional. Leia o artigo completo aqui .

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Para Inspirar

Estudo revela por que ouvir música relaxa a mente

A musicoterapia é uma técnica utilizada para promoção de bem-estar e combate ao estresse.

4 de Dezembro de 2018


A musicoterapia é uma técnica utilizada para promoção de bem-estar e combate ao estresse. Mas de que maneira ouvir música nos relaxa? Para responder essa pergunta, pesquisadores da Universidade Juntendo, no Japão, recrutaram doze mulheres de 20 e 40 anos e fizeram um experimento com elas.

Em um laboratório, as participantes passaram 5 minutos em silêncio, depois ouviram música por 3 minutos e, por fim, ficaram mais 5 minutos em silêncio. Esse procedimento foi repetido com três tipos de canções:
1. Clássica (Cânone de Pachelbel , da Orquestra de Câmara Jean-François Paillard);
2. Melódica (Harukanaru Kage , de Yumi Nanatsutani, cover de Close to You, dos Carpenters);
3. Pop japonês (Exile Pride - Konna Sekai wo Ai suru tame, do Exile).

Durante o experimento, as voluntárias estavam ligadas a um sensor de frequência cardíaca e a um de fluxo sanguíneo. Assim, os pesquisadores puderam medir a temperatura da superfície corporal e avaliar os níveis de estresse antes, durante e depois de ouvirem cada tipo de música.

Conclusão

Os cientistas descobriram que a frequência cardíaca das participantes diminuiu significativamente enquanto elas ouviam música, em comparação com o silêncio. Música clássica e melódica tiveram um efeito mais relaxante sobre as pessoas, comparada à pop.

Os pesquisadores descobriram que o volume de fluxo sanguíneo dos ouvintes tendia a aumentar durante a execução de música clássica, demonstrando também um efeito relaxante. Nenhum efeito foi encontrado quando os voluntários escutaram canções pop e melódica.

A temperatura corporal subiu depois que elas ouviram música clássica e, sobretudo, melódica, sinalizando relaxamento. Como o poeta e escritor Berthold Auerbach afirmou certa vez, “a música lava a alma da poeira da vida cotidiana”. Os resultados do estudo corroboram seu sentimento.

Leia o artigo completo aqui
Fonte: Vinita Mehta
Síntese: Equipe Plenae

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