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Como atrasar o envelhecimento

Pesquisadores encontram indícios de que taxas de marcadores de inflamações crônicas são aceleradores do envelhecimento.

26 de Abril de 2018


Pesquisadores encontram indícios de que taxas de marcadores de inflamações crônicas – que levam à destruição dos tecidos e a doenças graves como artrite reumatoide, câncer e diabetes – são aceleradores do envelhecimento. Apesar de elas aumentarem com o avanço da idade, nos indivíduos centenários foram observadas taxas baixas. Os idosos que não tiveram elevação dos índices com o passar dos anos, aumentaram a capacidade de cognição, independência e tempo de vida. A conclusão é do grupo de pesquisa do Instituto do Envelhecimento da Universidade de Newclastle, nos Estados Unidos, liderado pelo professor Thomas von Zglinicki. O estudo mostra que, em uma grande faixa etária, incluindo um número sem precedentes de extrema idade, a inflamação é um importante motor do envelhecimento. “Podemos desenvolver um tratamento farmacológico para isso. A criação, por exemplo, de um medicamento anti-inflamatório ou imunomodulador seguro pode deixar a vida humana mais saudável”, diz Zglinicki. "Sabe-se, há muito tempo, que a inflamação crônica está associada ao processo de envelhecimento em populações mais jovens, mas foi só recentemente que provaram cientificamente que causa o envelhecimento acelerado em camundongos”. Segundo ele, pela primeira vez, os pesquisadores mostraram que os níveis de inflamação indicam se os camundongos vão ter vida longa. “Trata-se de um argumento forte para deduzirmos que a inflamação crônica também impulsiona o envelhecimento humano”. Dados da pesquisa americana foram combinados com os de outros centros de excelência como Pesquisa sobre os Centenários de Tóquio, Estudo dos Semi-Supercentenários Japoneses e a Mais Velha Pesquisa de Tóquio sobre Saúde Total. Neste último instituto, o pesquisador responsável, Yasumichi Arai, também concorda que um dos caminhos para combater o envelhecimento seria a “supressão da inflamação crônica.” Por trás dessa troca de figurinhas científicas, há o objetivo maior de ajudar a humanidade a alcançar um período de vida saudável prolongado. Além de diminuir a diferença entre os grupos populacionais que envelhecem precocemente e mais lentamente.

Fonte: New Castle University Síntese: Equipe Plenae

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Por que a musculação é aliada do envelhecimento ativo

O exercício ajuda idosos a construírem não apenas força e massa muscular, mas também motivação e confiança

16 de Abril de 2019


A musculação pode ajudar idosos a construírem não apenas força e massa muscular , mas também motivação e confiança , revelou um novo estudo sobre os impactos emocionais do levantamento de peso. De acordo com os pesquisadores, pessoas que temem ser muito velhas para começar o treinamento de resistência talvez devam tentar, para ver como seus corpos e mentes reagem. Há muitas evidências de que exercícios com pesos ajudam a envelhecer bem. Por volta dos 40 anos, a maioria de nós perde massa muscular, a uma taxa de cerca de 5% por década. Esse declínio precipita muitas vezes um longo declínio em direção à fragilidade e dependência. Mas as pessoas mais velhas que levantam pesos podem retardar ou reverter essa descida, ao ganharem massa muscular e força, assim como melhor mobilidade, agudeza mental e saúde metabólica. Como parte de um estudo mais amplo sobre musculação e idosos, cientistas da Universidade de Jyvaskyla, na Finlândia, decidiram descobrir se a atividade mudaria a mente e a musculatura de pessoas que não haviam feito o exercício antes. O estudo. Os pesquisadores recrutaram 81 homens e mulheres de 65 a 75 anos que eram saudáveis ​​e fisicamente ativos, mas nunca tinham praticado musculação. Os voluntários seguiram um treinamento de resistência supervisionado duas vezes por semana na universidade. Depois de três meses, o grupo foi aleatoriamente designado para continuar treinando uma vez, duas ou três vezes por semana, enquanto um grupo separado, não treinado, serviu como controle. Periodicamente, os pesquisadores verificaram a força, o condicionamento físico e a saúde metabólica dos voluntários e também sua motivação em relação aos treinos. Quase todas as pessoas que estavam levantando pesos ganharam força e melhoraram vários marcadores de saúde, mesmo que estivessem malhando apenas uma vez por semana. Após seis meses, os pesquisadores disseram aos voluntários que não podiam mais ter acesso às instalações da universidade. Eles forneceram informações sobre academias adequadas e de baixo custo na área. A partir de então, qualquer treinamento seria por conta do indivíduo. Resultados. Um ano após o término do estudo, quase metade dos voluntários ainda levantava pesos pelo menos uma vez por semana. Os pesquisadores descobriram pouca correlação direta entre músculo e motivação. As pessoas que ganharam mais força ou massa muscular não foram necessariamente as mais propensas a aderir ao treinamento. De acordo com Tiia Kekalainen, pesquisadora do projeto, as pessoas que gostaram e se sentiram capazes de completar uma sessão de treinamento de peso procuraram um novo ginásio, apesar de não receberem mais estímulos dos pesquisadores e de seus colegas voluntários. A maioria dos voluntários também disse aos pesquisadores que o treinamento com pesos lhes proporcionou uma confiança renovada em suas habilidades físicas fora da academia. Kekalainen e seus colegas esperam, em estudos futuros, explorar as questões do que atraiu algumas pessoas para o levantamento e deixaram outras sem inspiração, e como rotinas de treinamento de peso podem ser estruturadas para atrair os céticos. Fonte: Gretchen Reynolds Síntese: Equipe Plenae Leia o artigo completo aqui .

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