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Há um limite para a vida humana?

Cientistas acreditam que a vida humana não possa se estender por mais de 110 anos

26 de Abril de 2019


Quando completou 120 anos em 1995, a francesa Jeanne Calment foi questionada sobre o tipo de futuro que ela esperava: “Um muito curto”, respondeu. Ela teve mais dois anos de vida. Morreu aos 122 e entrou para a história como a pessoa mais longeva do mundo. Cientistas disseram que o recorde da francesa pode durar muito tempo. Desde a morte dela, em 1997, não houve registro de alguém tão velho. Uma análise da mortalidade e dos dados da população cobrindo cerca de 40 países indicaram que a humanidade já pode ter atingido o limite de longevidade. A expectativa média de vida continua aumentando e mais pessoas estão chegando à velhice extrema. A questão é que as pessoas que chegam aos 110 anos, hoje, não têm maior expectativa de vida do que quem viveu até a mesma idade na década de 1970. “É possível passar um pouco, mas é mínima a probabilidade de sobreviver mais do que Jeanne”, disse o geneticista molecular Brandon Milholland, do Albert Einstein College of Medicine, um dos coordenadores do estudo publicado na revista Nature . “Apesar de quaisquer ganhos na expectativa de vida média, há um limite além do qual a vida útil máxima dos seres humanos não pode ser estendida.” Desde o século 19, o aumento da expectativa de vida tem sido impulsionado pelos avanços da medicina, caso das vacinas e antibióticos, além de tratamentos para câncer e doenças cardíacas. Some a isso as conquistas no saneamento básico e da nutrição.  A mortalidade infantil diminuiu em todo o mundo e as expectativas de vida nos países desenvolvidos atingem agora os 70 e 80 anos. “Nós suspeitamos que o acúmulo de danos com a idade, especialmente mutações nas células individuais do corpo, coloca um limite no tempo de vida", disse Milholland. “A pesquisa médica geralmente se concentra em doenças individuais, que não prolongam a vida útil máxima. Um tratamento que melhora a função cardíaca não previne a neurodegeneração.” Leia o artigo original aqui .

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Prática religiosa baixa risco de doenças

Mais de 100 estudos sugerem que a oração regular, a meditação e a conexão com a comunidade religiosa pode melhorar, em muito, a saúde do corpo.

17 de Julho de 2018


Mais de 100 estudos sugerem que a oração regular, a meditação e a conexão com a comunidade religiosa pode melhorar, em muito, a saúde do corpo. “Todos os aspectos da saúde estão relacionados à devoção religiosa”, disse Harold Koenig, diretor do Centro de Espiritualidade da Duke University. “Importa menos qual a religião adotada do que o tamanho da prática religiosa durante a vida.”

Conheça sete das alterações positivas possíveis:

    1. Baixa a pressão arterial; aumenta as funções imunológicas.
    1. Melhora o sono e acelera a recuperação de uma doença.
    1. Reduz as chances de distúrbios cardíacos.
    1. Diminui os riscos para o desenvolvimento de câncer.
    1. Pode espessar o córtex cerebral, deixando-o mais apto a se defender contra a depressão, revelou um estudo da Universidade Columbia de 2013.
    1. Diminui em 29% as chances de passar a ser fumante. O tabagismo é a principal causa de morte evitável.
  1. Baixa em 45% a tendência de alcoolismo – a terceira principal causa de morte evitável, de acordo com pesquisas da Koenig e dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças.
Leia o artigo completo aqui. Fonte: The Villages Daily Sun Síntese: Equipe Plenae

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