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Meditação retarda envelhecimento

A meditação é comprovadamente uma ferramenta para quem quer ter qualidade de vida e proteger o corpo de degenerações próprias da idade.

28 de Junho de 2018


A meditação é comprovadamente uma ferramenta para quem quer ter qualidade de vida e proteger o corpo de degenerações próprias da idade. Vencedora do prêmio Nobel de 2009, a bióloga molecular Elizabeth Blackburn resolveu pesquisar os efeitos da meditação. Levou um grupo de 30 voluntários para um retiro de três meses no centro de meditação Montanha Shambala, no norte do Colorado, nos Estados Unidos. Na volta, comparou-o com não praticantes. O resultado foi o aumento de 30% da atividade do telômero, proteína que envolve o DNA como uma cápsula. Os telômeros diminuem a atividade e encurtam com o passar dos anos e com o estresse, provocando o envelhecimento do organismo. Quanto maior o encurtamento de suas estruturas, consequentemente são mais baixas as suas atividades. Um outro estudo, promovido pela Universidade da Califórnia, em Los Angeles, foi realizado com 31 cuidadores de pessoas com demência. Estavam na faixa dos 60 anos. Receberam a missão de diariamente praticarem 12 minutos de meditação com mantras (Chanting) ao longo de oito semanas. Eles foram comparados com voluntários que durante esse período relaxavam, ouvindo música, 21 minutos por dia. Os praticantes de meditação tiveram um aumento de 43% das atividades dos telômeros. Leia o artigo completo aqui.

Fonte: John Douillard Síntese: Equipe Plenae

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Velhice sem solidão

Envelhecer, mas preservar a independência e a privacidade reservada às pessoas que moram sozinhas; ter uma vizinhança alinhada ao seu modo de vida e de ser; além de espaços de convivência, lazer e atividades culturais.

5 de Julho de 2018


Envelhecer, mas preservar a independência e a privacidade reservada às pessoas que moram sozinhas; ter uma vizinhança alinhada ao seu modo de vida e de ser; além de espaços de convivência, lazer e atividades culturais. Essa foi a fórmula escolhida pela associação de professores da Unicamp, em Campinas, interior de São Paulo, para desenvolver a Vila ConViver. Prevista para ser inaugurada em 2020, essa será a primeira cohousing para idosos do Brasil. “A ideia surgiu após alguns docentes, que viviam sozinhos, ficarem desassistidos na velhice”, disse Bernadete Piazzon, de 59 anos, uma das 96 futuras moradoras. “A associação de professores criou um grupo de estudo que escolheu a cohousing como melhor modelo de moradia.” A Vila ConViver é destinada a docentes e funcionários com mais de 50 anos e já está com inscrições encerradas. Com propósito parecido, na cidade de São Paulo, a Secretaria Municipal de Habitação inaugurou a Vila dos Idosos, em 2007, idealizada para moradores com baixos recursos econômicos. O espaço é formado por quitinetes privadas e pontos coletivos de socialização. Projetado por Héctor Vigliecca – arquiteto referência em habitação social –, a Vila dos Idosos estimula o convívio. Tem horta, espelho d’água onde os moradores costumam tomar banho de sol e lavanderia coletiva. Lá, o idoso pode morar sozinho ou com até uma pessoa. No momento, a população é de 200 idosos. Entre eles, Ruy Almeida, de 80 anos, que no passado chegou a viver em uma Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI) por dois anos. “Prefiro muito mais a vida na Vila dos Idosos. A gente entra e sai e ninguém pergunta nada.” Foi lá que ele conheceu a atual namorada, Lia Loureiro, de 78 anos. Ela também diz que não consegue nem pensar na hipótese de viver em uma casa de repouso: “Tenho pavor.” Leia o artigo completo aqui. Assista o vídeo com entrevistas: https://tv.uol/16ffk

Fonte: UOL Síntese: Equipe Plenae

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