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Os 5 países onde as pessoas envelhecem melhor no mundo

Uma grande pesquisa revelou em que lugares do mundo as pessoas estão envelhecendo melhor ou pior.

27 de Março de 2019


Uma grande pesquisa revelou em que lugares do mundo as pessoas estão envelhecendo melhor ou pior. Cientistas usaram dados de saúde de 195 países para criar um ranking baseado na incidência de 92 doenças e deficiências relacionadas à idade, como perda de memória e dor crônica. Cada país recebeu uma pontuação - conhecida como anos de vida ajustados por incapacidade, ou DALY - uma medida da perda de vida saudável à medida que as pessoas envelhecem. Para uma comparação mais aprofundada, os pesquisadores também determinaram os tipos de doenças que, em média, atingem a idade de 65 anos. Por fim, verificaram a idade da população de cada país quando começaram a sentir essas doenças. Há pelo menos 15 sinais de que seu corpo está envelhecendo mais rápido do que você. No ranking, o Brasil ficou na 62ª posição , atrás do Paraguai e à frente da ilha de Santa Lúcia, no Caribe. Confira os países onde as pessoas envelhecem melhor: 1. Suíça Os idosos mais saudáveis do mundo são os suíços, que obtiveram a melhor pontuação DALY. Neles, as doenças associadas aos 65 anos aparecem bem mais tarde, aos 76 anos. No Brasil, para efeito de comparação, os problemas de saúde comuns aos 65 anos se manifestam aos 67 anos. Razões: A Suíça tem uma pontuação quase perfeita do Índice de Qualidade e Acesso a Cuidados de Saúde (HAQ): 95,6 de 100. O HAQ mede o acesso dos cidadãos a cuidados de saúde de qualidade. Além disso, o país é um dos mais felizes do mundo, de acordo com o ranking de felicidade do Fórum Econômico Mundial, graças ao apoio social, alta expectativa de vida, liberdade de escolhas e baixos níveis de corrupção. 2. Singapura Como os suíços, os moradores da cidade-estado estão envelhecendo muito melhor do que a média mundial. Por lá, as enfermidades de um indivíduo de 65 anos surgem por volta dos 76 anos. Razões: Uma excelente assistência médica faz a diferença novamente. O governo de Singapura também incentiva a adoção de bons hábitos. Por meio do Programa de Refeições Saudáveis, pratos com ingredientes que fazem bem à saúde custam menos em muitos estabelecimentos. Contadores de passos são oferecidos gratuitamente à população, além de dinheiro e prêmios para aqueles que praticam exercícios. 3. Coreia do Sul e Japão De acordo com o estudo, sul-coreanos e japoneses podem retardar as dores e doenças do envelhecimento em cerca de dez anos. Razões: Japão e Coréia do Sul têm os níveis mais baixos de obesidade do mundo - apenas 3% e 5% da população, respectivamente, ante a média global de quase 20%, segundo a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Os países também contam com taxas de doença cardiovascular abaixo da média, talvez influenciadas pela culinária tradicional, rica em peixes, saudáveis para o coração, e alimentos fermentados, que protegem o intestino. Okinawa, no Japão, é conhecida como uma das cinco Zonas Azuis , regiões do mundo onde as pessoas vivem até os 100 anos ou mais. 4. Itália Apesar do gosto pelo cigarro, os italianos ainda envelhecem mais devagar e com mais saúde do que a maioria dos outros cidadãos. Os idosos adiam as doenças associadas à idade quase uma década acima da média global. Razões: Como na Suíça, na Itália os cidadãos têm acesso a um bom serviço de saúde. A famosa dieta mediterrânea é outro ingrediente para a longevidade dos moradores da bota. O país é também berço do movimento “slow food”, que valoriza a comida caseira e a qualidade dos alimentos em detrimento da conveniência. Leia o artigo completo aqui . Fonte: Reader's Digest Síntese: Equipe Plenae

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Cidade gaúcha se firma como a terra da longevidade

Veranópolis recebeu da OMS certificado de Cidade Amiga do Idoso e já foi objeto de quase 60 estudos

20 de Setembro de 2019


Quem digita “ terra da longevidade ” na internet logo se depara com uma cidade brasileira célebre por esse título. Veranópolis , cidade de 25 mil habitantes no Rio Grande do Sul, orgulha-se desde a década de 1990 de ser um município de vidas longas e saudáveis. Humano, da ONU, apontou que a expectativa de vida na cidade era de 71,59 anos, bem superior à média nacional. Naquele ano, a média nacional, segundo o IBGE, chegava a 63,3 anos. O caso do município chamou tanta atenção que deu origem a quase 60 pesquisas, entre artigos, dissertações, teses e monografias. Embora Blumenau e Brusque estejam, hoje, empatadas como as cidades mais longevas do país — a média é de 78,6 anos — Veranópolis segue firme como um modelo a ser seguido quando o assunto é envelhecimento saudável, mesmo um pouco abaixo das concorrentes em expectativa (com 75,29 anos). Em 2016, a Organização Mundial da Saúde (OMS) concedeu ao município o certificado internacional de Cidade Amiga do Idoso. O título veio após uma série de políticas públicas com foco na terceira idade. — Os pilares da longevidade de Veranópolis são o convívio social e familiar, espiritualidade, algo muito forte na região, e a questão do envelhecimento ativo. Também tem o consumo de vinho — completa Adriane Maria Parise, secretária de Desenvolvimento Social, Habitação e Longevidade do município. Políticas públicas De acordo com a secretária, a prefeitura traçou um plano de ação baseado nas necessidades da população idosa. Dentre as medidas adotadas, estão os grupos de convivência e fortalecimento de vínculos e a adequação do calçamento para evitar quedas. Os índices socioeconômicos da cidade ajudam a explicar a vida longa. De acordo com o Atlas do Desenvolvimento Humano, 9,71% da população vivia na pobreza em 1991. Já em 2010, o índice caiu para 1,96%. No mesmo ano, a cidade não figurou na categoria que afere extrema pobreza. Os bons indicadores são confirmados na prática por quem mora no município. É esse o caso da aposentada Neiva Maria Castellani, de 64 anos. Nascida em Passo Fundo, ela se mudou para Veranópolis a trabalho, mas planejava voltar à cidade natal em dois anos. Após pouco mais de três décadas, a aposentada continua por lá. — Acabei ficando. Gostei de morar aqui e fiquei, porque a cidade é de porte médio e o sistema de vida me agradou — explica. Segurança e amparo Para Castellani, a segurança da cidade é algo que salta aos olhos. Lá, dormir de portas e janelas destrancadas não é algo que cause apreensão. A aposentada conta ainda que, quando pretende doar alguma coisa, ela não consegue encontrar na cidade quem precise, uma vez que a prefeitura assiste aqueles que estão em vulnerabilidade social. — Às vezes, tenho juntado roupa de cama, roupa de frio e tenho levado para outras cidades, porque aqui não tem muita necessidade, não — conta Castellani. Em Veranópolis, ainda que o caminho rumo à velhice seja sereno, ele nada tem de tedioso ou solitário. — O envelhecimento acontece de forma muito tranquila aqui. A gente consegue ter um relacionamento saudável com todo mundo. Como existem muitas atividades para as pessoas idosas, a gente vive melhor e isso dá uma perspectiva mais ampla. Fonte: O Globo Leia o artigo original aqui .

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