Para Inspirar

Pesquisas sobre alzheimer ganham fôlego

Em todo o mundo, cerca de 50 milhões de pessoas sofrem de demência, a maior parte provocada pelo Alzheimer.

28 de Novembro de 2018


Casado há 50 anos, Peter Wooding, de 77 anos, está entre os 5 milhões de norte-americanos vítimas de Alzheimer. A diferença é que ele resolveu lutar contra a lenta perda de memória, a confusão e demência causadas pela doença. Hoje, o americano está entre os 2.700 voluntários espalhados pelo mundo que aderiram aos testes de novas drogas que procuram um tratamento efetivo – ainda não alcançado. A experiência. Dois terços dos voluntários recebem o medicamento novo e um terço, o placebo. Trata-se de um estudo de 18 meses, duplo cego – em que nenhum dos voluntários sabe o que está tomando. A droga que Wooding se inscreveu para testar, a aducanumab, foi projetada para eliminar a amiloide, proteína acumulada no cérebro dos doentes. Ela é responsável pela formação de placas que podem estrangular células nervosas saudáveis ​​e apagar circuitos críticos para memória e raciocínio organizando. Nos primeiros estudos, as placas encolheram e algumas pessoas – que tomaram o medicamento por três anos –apresentaram diminuições mais lentas na memória e nas habilidades de pensamento aferidos em testes mentais. Dimensão. Atualmente, uma em cada 10 pessoas com mais de 65 anos nos Estados Unidos tem Alzheimer. Em 2050, 16 milhões podem ser afetadas pela doença. Em todo o mundo, cerca de 50 milhões de pessoas sofrem de demência, a maior parte provocada pelo Alzheimer. A patologia foi descrita pela primeira vez pelo médico Alois Alzheimer em 1906. O mercado de medicamentos contra a doença atinge um valor estimado de US$ 30 bilhões nos Estados Unidos. Na busca pelo tratamento, já foram gastos centenas de milhões de dólares, senão bilhões. Características da doença. Embora existam genes que contribuem para o aumento do risco, na maioria dos casos, a idade é o maior desencadeante. O cérebro humano é extremamente resiliente, mas apenas até certo ponto. Com o tempo, as conexões que costumam guardar a memória começam a se enfraquecer. Os primeiros sintomas podem ser tão inócuos quanto esquecer onde você deixou o telefone ou faltar a um compromisso. No início escapam as memórias mais recentes. Lentamente, tarefas sofisticadas, como organizar uma viagem, pagar contas ou dirigir para lugares familiares, tornam-se mais desafiadores. A memória vai se apagando até o ponto de o doente não reconhecer os entes queridos. O distúrbio do cérebro que rouba a memória revelou-se extremamente difícil de tratar. É muito difícil encontrar e acessar algo no cérebro sem comprometer a delicada rede de atividades que mantém a respiração, o pensamento e a rotina. Plano nacional. Foi apenas em 2012 que o então presidente Barack Obama criou o primeiro plano nacional para abordar a doença e estabeleceu o objetivo de encontrar maneiras de prevenir e tratar o mal de Alzheimer até 2025. Como resultado, o financiamento da pesquisa de Alzheimer nos Institutos Nacionais de Saúde, por exemplo, mais do que duplicou a partir desse período. A mudança na atenção para a doença de Alzheimer torna os pesquisadores esperançosos e, pela primeira vez em décadas, eles avançam. Um sinal disso são os primeiros resultados esperançosos da pesquisa com a aducanumab, da qual Wooding faz parte. Leia o artigo completo e assista o vídeo em inglês sobre o casal aqui .

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Se quer ser feliz, tenha um propósito de vida

Ter um propósito na vida é fruto de uma reflexão profunda sobre o que estamos fazendo nesse mundo, nessa vida.

2 de Maio de 2018


Ter um propósito na vida é fruto de uma reflexão profunda sobre o que estamos fazendo nesse mundo, nessa vida. É se questionar sobre o que cada um de nós propõe a si mesmo. Independentemente de onde eu vim, onde quero chegar? O que eu quero deixar nessa vida quando tudo terminar? O que vai restar de mim quando eu não estiver mais aqui? O que eu gostaria que permanecesse no mundo além de mim? O que você quer ser? Forte, poderoso, admirado? Quem é você? Esta pergunta é muito importante. É por meio dela que podemos descobrir o quanto somos únicos, com tudo de bom e tudo de ruim que nos é inerente. Dizem que todo mundo é substituível. Não acredito nisso. Afinal, quem substituiu Beethoven, Schubert, Mozart? Ninguém. Cada um deles foi único. Assim como cada um de nós também é único. Perceber que somos únicos acarreta uma responsabilidade ainda maior sobre quais impressões vamos deixar na nossa vida, nas pessoas ao nosso redor e no mundo. Quando você tem em mente que é único, não se compara a outra pessoa. Sabe que precisa ser o melhor indivíduo possível. Por isso, no meu entender, ter um propósito é um processo contínuo. Ele não tem fim. Trata-se de uma busca diária e ininterrupta, pois você vai evoluindo e procurando fazer melhor a cada momento, sempre com força e determinação. O sentimento de felicidade é a indicação que eu tenho de estar vivendo o meu propósito. Ao seguir minhas verdadeiras metas e objetivos, naturalmente me sinto realizado e feliz a maior parte do tempo. Se você não se sente assim é porque tem alguma coisa errada no que você colocou ou entendeu como importante na sua vida. Dê um passo atrás e volte a refletir sobre o que realmente quer deixar como marca de sua passagem pelo mundo e, aí sim, siga em frente novamente.

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