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Projeto ajuda idosos a preservar o equilíbrio e evitar quedas

Três em cada dez idosos acima de 60 anos sofrem quedas em um ano. O índice sobe para 50% para os que têm mais de 80 anos.

22 de Novembro de 2018


Três em cada dez idosos acima de 60 anos sofrem quedas em um ano. O índice sobe para 50% para os que têm mais de 80 anos. Um projeto piloto no Distrito Federal quer ajudar essas pessoas a prevenir acidentes. Durante três meses, duas vezes por semana, 30 idosos praticam atividades físicas, sociais e psicológicas gratuitas. O objetivo é que eles ganhem autonomia e gastem menos energia, de forma eficaz e sem cair. O PrevQuedas foi criado pelo Sesc em parceria com um grupo de mestrado e doutorado da Universidade de Brasília (UnB). Diversas pesquisas apontam fraturas como a principal consequência das quedas em idosos. As ocorrências podem trazer perdas funcionais e deixar a pessoa mais susceptível a novos acidentes. A origem da queda pode decorrer de alterações fisiológicas do envelhecimento, doenças (como osteoporose, que enfraquece os ossos) e efeitos de medicamentos, além de circunstâncias sociais e ambientais. Alguns cuidados para evitar a ocorrência de quedas são: manter o ambiente bem iluminado, remover tapetes soltos e instalar piso antiderrapante, barras de apoio e corrimãos em escadas. Como prevenir ou reverter a osteoporose 1. Consumir alimentos que contêm cálcio – a quantidade varia de 1000 mg a 1200 mg. 2. Fazer atividade física que exige força da musculatura. Exercícios de carga ou que tenham resistência são os mais indicados, pois exigem mais do músculo. Leia o artigo completo aqui . Fonte: G1 Síntese: Equipe Plenae

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Encontrada a pista para a longevidade

Um dos grandes desafios dos cientistas é desvendar a estrutura genética que possibilita algumas pessoas viver mais do que 110 anos.

3 de Maio de 2018


Um dos grandes desafios dos cientistas é desvendar a estrutura genética que possibilita algumas pessoas viver mais do que 110 anos. Em um esforço multicêntrico que envolveu o Instituto de Biologia Sistêmica, o Grupo de Pesquisa Gerontológica e as Universidades de Standford e Califórnia, nos Estados Unidos, surgiu uma pista. Foi encontrada uma variante genética que apesar de ser considerada altamente patogênica não causou nenhuma doença ao seu portador. O achado fez acender um alerta a ponto de a Faculdade Americana de Medicina Genética recomendar aos cientistas que relatem se for localizada em mais alguém. O estudo consistia em realizar o sequenciamento completo dos genomas de todos os 17 participantes para buscar possíveis variações raras nas proteínas, que explicassem a idade avançada. A princípio os resultados não mostraram evidências significativas de uma única causa da longevidade. Foi em apenas um desses voluntários que acharam a variante altamente patogênica. Os dados do estudo , que inclui as sequências de DNA e a lista de raras variantes que alteram a proteína dos 17 supercentenários, estão agora disponíveis para pesquisas futuras sobre longevidade extrema. Leia o artigo original aqui .

Fonte: PLOS ONE Síntese: Equipe Plenae

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