Para Inspirar

Quem envelhece mais rápido: o homem ou a mulher?

O envelhecimento está relacionado a um declínio no metabolismo geral, incluindo no cérebro.

12 de Fevereiro de 2019


Estudos já revelaram diferenças nos cérebros de homens e mulheres. Agora, uma pesquisa publicada no periódico PNAS investigou as particularidades no envelhecimento do órgão de acordo com o gênero da pessoa. O envelhecimento está relacionado a um declínio no metabolismo geral, incluindo no cérebro. No estudo, os pesquisadores usaram imagens de tomografia por emissão de pósitrons (PET) para analisar o metabolismo nos cérebros de mais de 200 homens e mulheres saudáveis ​​entre 20 e 82 anos de idade. Os cientistas recorreram ao auxílio de machine learning (aprendizagem de máquina, em português) para prever a idade metabólica do cérebro. A máquina acertou a idade cronológica dos participantes com alta precisão. Curiosamente, no entanto, houve diferença na comparação da idade metabólica dos cérebros de homens e mulheres. A máquina previu que os órgãos delas eram, em média, quatro anos mais jovens que os deles. Por exemplo, uma mulher de 70 anos tinha o metabolismo cerebral equivalente ao de um homem de 66 anos. Os cientistas concluíram que o cérebro feminino é, ao longo da vida adulta, mais jovem que o dos homens. O que isso significa em termos de habilidades à medida que envelhecemos? Quanto mais jovem for um cérebro, mais resiliente ele será ao envelhecimento. Leia o artigo completo aqui .

Compartilhar:


Para Inspirar

Estimulador neural altera estado vegetativo

Depois de um acidente grave de carro e 15 anos internado em estado vegetativo em um hospital francês, um homem de 35 anos foi submetido a uma terapia experimental.

28 de Junho de 2018


Depois de um acidente grave de carro e 15 anos internado em estado vegetativo em um hospital francês, um homem de 35 anos foi submetido a uma terapia experimental. Implantaram um estimulador neural no peito dele com o objetivo de atingir o sistema vago, núcleo do sistema motor. O paciente teve avanços antes considerados impossíveis. Passado um mês, o paciente podia responder a instruções simples, virando a cabeça e seguindo um objeto com os olhos. Os especialistas dizem que os resultados são potencialmente muito emocionantes. A mãe do paciente relatou que o filho passou a ficar acordado ao ouvir o terapeuta ler um livro. As varreduras cerebrais refletiram essa melhora, como apresenta o relatório publicado na revista Current Biology. Ele também começou a responder a “ameaças”. Por exemplo, quando a cabeça do médico se aproximou repentinamente, ele reagiu com surpresa, arregalando os olhos. “Pode ser um avanço muito interessante, mas eu sugiro ser cautela sobre esses resultados até que sejam reproduzidos em mais pacientes”, diz Vladimir Litvak, do Instituto de Neurologia da Universidade College, em Londres. O nervo vago liga o cérebro a muitas partes do corpo e ajuda a controlar funções automáticas ou subconscientes, incluindo alerta e vigília. A estimulação pode não funcionar tão eficazmente em pacientes com outros padrões de danos cerebrais. Mas Angela Sirigu, do Instituto de Ciências Cognitivas Marc Jeannerod, em Lyon, França, disse que escolheu um caso realmente desafiador para testar o tratamento. “A plasticidade cerebral e o reparo do cérebro ainda são possíveis mesmo quando a esperança parece ter desaparecido. Após este caso, devemos considerar testar em populações maiores de pacientes”, afirmou Angela. “Enfim, esse tratamento pode ser a única esperança de pacientes minimamente conscientes terem chances de se comunicar com o mundo externo.” Leia o artigo completo aqui.

Fonte: Michelle Roberts Síntese: Equipe Plenae

Compartilhar:


Inscreva-se na nossa Newsletter!

Inscreva-se na nossa Newsletter!


Seu encontro marcado todo mês com muito bem-estar e qualidade de vida!

Grau Plenae

Para empresas
Utilizamos cookies com base em nossos interesses legítimos, para melhorar o desempenho do site, analisar como você interage com ele, personalizar o conteúdo que você recebe e medir a eficácia de nossos anúncios. Caso queira saber mais sobre os cookies que utilizamos, por favor acesse nossa Política de Privacidade.
Quero Saber Mais