Para Inspirar

Se quer ser feliz, tenha um propósito de vida

Ter um propósito na vida é fruto de uma reflexão profunda sobre o que estamos fazendo nesse mundo, nessa vida.

2 de Maio de 2018


Ter um propósito na vida é fruto de uma reflexão profunda sobre o que estamos fazendo nesse mundo, nessa vida. É se questionar sobre o que cada um de nós propõe a si mesmo. Independentemente de onde eu vim, onde quero chegar? O que eu quero deixar nessa vida quando tudo terminar? O que vai restar de mim quando eu não estiver mais aqui? O que eu gostaria que permanecesse no mundo além de mim? O que você quer ser? Forte, poderoso, admirado? Quem é você? Esta pergunta é muito importante. É por meio dela que podemos descobrir o quanto somos únicos, com tudo de bom e tudo de ruim que nos é inerente. Dizem que todo mundo é substituível. Não acredito nisso. Afinal, quem substituiu Beethoven, Schubert, Mozart? Ninguém. Cada um deles foi único. Assim como cada um de nós também é único. Perceber que somos únicos acarreta uma responsabilidade ainda maior sobre quais impressões vamos deixar na nossa vida, nas pessoas ao nosso redor e no mundo. Quando você tem em mente que é único, não se compara a outra pessoa. Sabe que precisa ser o melhor indivíduo possível. Por isso, no meu entender, ter um propósito é um processo contínuo. Ele não tem fim. Trata-se de uma busca diária e ininterrupta, pois você vai evoluindo e procurando fazer melhor a cada momento, sempre com força e determinação. O sentimento de felicidade é a indicação que eu tenho de estar vivendo o meu propósito. Ao seguir minhas verdadeiras metas e objetivos, naturalmente me sinto realizado e feliz a maior parte do tempo. Se você não se sente assim é porque tem alguma coisa errada no que você colocou ou entendeu como importante na sua vida. Dê um passo atrás e volte a refletir sobre o que realmente quer deixar como marca de sua passagem pelo mundo e, aí sim, siga em frente novamente.

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Para Inspirar

A arte do mindfulness

Conheça um pouco mais sobre a prática dessa atividade milenar, que vem ganhando espaço em uma sociedade moderna e acelerada.

18 de Dezembro de 2018


“Mindfulness (atenção plena) está historicamente associado às técnicas de meditação, originárias das práticas budistas, que transitaram pela psicologia ocidental nas últimas décadas. Existem duas abordagens distintas na literatura atual. Uma é baseada nas práticas congruentes da meditação oriental. Outra exclusivamente ocidental,  não envolve meditação, mas atrai novas distinções sobre os objetos de sua consciência. Vou descrever como a duas abordagens se diferem, quais os pontos considerados problemáticos, as causas e quais práticas são propostas como eficazes. As abordagens serão então integradas dentro de uma estrutura unificadora, que enfoca o desenvolvimento da personalidade. As diferenças entre a abordagem oriental e ocidental da psicologia sobre a natureza da mente, o self, doença mental, bem-estar e os melhores meios de as examinar são tão extensas que seria tolice tentar prosseguir neste curto capítulo. Deve-se ter em mente que a própria dicotomia entre o Oriente e o Ocidente, em todas as suas implicações, pode ser questionada. Estou ciente da impossibilidade de separar totalmente as duas perspectivas. O que pode ser mais útil é focar especificamente nas duas tradições de mindfulness, que atualmente estão ativas na psicologia ocidental. A principal definição atual de mindfulness é que se trata de uma forma de autorregulação da atenção orientada para o presente e caracterizada pela curiosidade, abertura e aceitação. Esta perspectiva está alinhada com a definição de Jon Kabat-Zinn, professor emérito de medicina e diretor-fundador da Clínica de Redução do Stress e do Centro de Atenção Plena em Medicina na Escola Médica da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos. Para ele, mindfulness é intencional, presente, consciência sem julgamento. Em alternativa, a partir da abordagem não-meditativa, que é exclusivamente ocidental em sua predisposição, a professora de psicologia da Universidade Harvard, Ellen Langer , apresenta o mindfulness como o que resulta de se estar no presente, sensível ao contexto e em perspectiva, além de guiado (mas não governado) por regras e rotinas. Os dois conjuntos de definições parecem ser surpreendentemente diferentes. No entanto, como veremos em um exame mais atento, as singularidades de cada abordagem podem ser colocadas dentro de uma estrutura subjacente, em que cada uma contribui para a elucidação da outra. Para fazer isso, no entanto, precisamos começar com as diferenças.” Leia o capítulo completo aqui . * Editado por Amanda Ie, Christelle T. Ngnoumen e Ellen J. Langer.

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