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Ser atleta de fim de semana faz bem à saúde

Ao contrário do que a ciência acreditava, praticar exercícios só no sábado e domingo traz quase os mesmos benefícios ao organismo do que fazê-los nos dias úteis da semana.

17 de Julho de 2018


Ao contrário do que a ciência acreditava, praticar exercícios só no sábado e domingo traz quase os mesmos benefícios ao organismo do que fazê-los nos dias úteis da semana. A longo prazo, os chamados atletas de fim de semana também têm o risco reduzido de morte precoce por câncer e doenças cardíacas – desde que façam exercícios de alta ou moderada intensidade. “Uma ou duas sessões por semana de atividade física podem ser suficiente para reduzir os riscos de doenças crônicas”, disse Gary O'Donovan, da Loughborough University, Inglaterra, um dos autores do estudo que traçou novos parâmetros para a frequência da atividade física. “O resultado é animador”, afirmou o autor principal da pesquisa, o professor associado Emmanuel Stamatakis, da Universidade de Sydney, Austrália. Os resultados. É mínima a diferença do impacto dos exercícios na saúde dos praticantes dos dois grupos. Em comparação com indivíduos inativos, os atletas de fim de semana diminuíram o risco de doenças cardiovasculares em 40% e de câncer em 18%. Já o de morte por causas diversas ficaram abaixo dos 30% em geral. Os praticantes assíduos diminuíram o risco de morte por motivos variados em 35%, de doenças cardiovasculares em 41% e de câncer em 21%. A pesquisa seguiu mais de 63 mil adultos britânicos entre 1994 e 2012 para descobrir se a prática diária do exercício era realmente necessária. Durante o período de estudo, houve 8.802 óbitos devido a causas diversas, 2.780 por doença cardiovascular e 2.526 de câncer. O risco de morte caiu significativamente para todos aqueles que se exercitaram, independentemente de fazerem toda a atividade no final de semana ou distribuída durante a semana. O NHS , website de saúde oficial do governo britânico, recomenda que adultos façam pelo menos 150 minutos por semana de atividade física moderada ou pelo menos 75 minutos por semana de atividade vigorosa ou combinações equivalentes. Ressalvas. Alguns estudos sugerem que a concentração de uma semana de exercícios em apenas um ou dois dias poderia aumentar o risco de lesões físicas e mais ainda a pressão sobre o coração. “Recomenda-se, no entanto, que os praticantes não excedam e atendam as recomendações médicas para obter os benefícios para a saúde”, conclui. Leia o artigo completo aqui . A pesquisa completa foi publicada aqui.

Fonte: Gary O’Donovan, I-Min Lee e Mark Hamer Síntese: Equipe Plenae

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A meditação transcendental é a mais poderosa

Testes científicos realizados pelo Departamento de Psicologia da Universidade Internacional Maharishi, nos Estados Unidos, falam sobre os benefícios da meditação transcendental

24 de Abril de 2018


São muitas as práticas oferecidas pelas academias para a alteração do estado de consciência, como meditação transcendental, treinamento de atenção plena e relaxamento. Em geral, a escolha é feita pela afinidade que o pretenso aluno tem pela atividade.

Mas agora a ciência oferece mais um elemento para que as pessoas escolham melhor. Testes científicos realizado pelo Departamento de Psicologia da Universidade Internacional Maharishi, nos Estados Unidos, mostram que meditação transcendental traz mais benefícios para a saúde, seguida do treinamento de atenção e por último o relaxamento.

A pesquisa investigou o quanto a mudança no estado de consciência de indivíduos idosos, por meio de técnicas mentais específicas, afeta a extensão da vida humana e a ocorrência de patologias relacionadas à idade. Foram selecionados 73 residentes de oito asilos, com idade média de 81 anos, distribuídos aleatoriamente em quatro grupos.

O primeiro não recebeu tratamento. O segundo integrou o programa de meditação transcendental, o terceiro, o de treinamento de atenção plena e o quarto, o de relaxamento. Os indicadores usados para avaliação foram aprendizagem, mensurações de flexibilidade cognitiva, saúde mental, pressão arterial sistólica, classificações de flexibilidade comportamental, envelhecimento e eficácia do tratamento.

Os praticantes de meditação e atenção plena obtiveram os melhores resultados. Passados três anos, os benefícios se confirmaram, mas a maior taxa de sobrevida foi para a equipe de meditação, – 100% estavam vivos –, seguido do grupo de atenção plena – cujo a maioria dos praticantes (86%) não tinham morrido.

Leia a pesquisa completa aqui.

Fonte: US National Library of Medicine National Institutes of Health
Síntese: Equipe Plenae

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