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Seu médico já perguntou se você tem amigos?

Questionar sobre a rede de amigos do paciente vai ser tão importante para o médico quanto saber se ele fuma

15 de Agosto de 2019


A rede de relacionamentos pessoais ganha cada vez mais relevância na área da saúde. Atualmente, ela é associada à diminuição da pressão arterial, melhor funcionamento do sistema imunológico, cicatrização e redução da inflamação. Por isso, saber se uma pessoa tem uma boa rede de amigos deveria ser tão importante para um médico como perguntar se alguém faz uma boa dieta e exercícios físicos. Uma meta-análise de 148 estudos, com mais de 300 mil participantes, comprovou que o apoio social aumenta a sobrevivência em 50%. Segundo o estudo, publicado na revista científica PLoS Medicine, o benefício promovido pela convivência com amigos, familiares e até mesmo colegas acaba sendo tão bom para a saúde a longo prazo quanto desistir do hábito de fumar. “As redes sociais interpessoais são mais cruciais para a saúde física do que se exercitar ou vencer a obesidade”, informaram os pequisadores, das universidades da Carolina do Norte e Brigham Young, nos Estados Unidos. A principal autora do estudo, a psicóloga Julianne Holt-Lunstad, recomenda que a sociedade pense nas instâncias mais variadas, na hora de se organizar. Adaptar currículos escolares para apoiar habilidades sociais, planejar cidades com o objetivo de aumentar a integração da comunidade e criar layouts em escritórios para promover a conexão dos funcionários são algumas ideias.

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Americanos viram pais mais tarde

Seguindo a mesma tendência das mulheres, os homens também estão deixando a paternidade para mais tarde.

28 de Junho de 2018


Seguindo a mesma tendência das mulheres, os homens também estão deixando a paternidade para mais tarde. Pela primeira vez, cientistas da Universidade de Stanford analisaram o maior registro de nascidos-vivos – o Sistema Nacional de Estatísticas Vitais – para verificar a idade dos pais americanos. Ao todo foram 168.867.480 crianças nascidas entre 1972 e 2015 no país.

A faixa etária dos pais subiu três anos, de 27,4 para 30,9 anos, em média. A análise mostra algumas variações relacionadas com a origem e o grau de estudo. Os cidadãos americanos nascidos na Ásia, principalmente no Japão, são pais ainda mais tarde, aos 36 anos de idade.

A média de idade para ter o primeiro filho sobe para 33,3 anos entre o grupo de homens com diploma superior. Dobrou o número de pais que decidem ter filhos aos 40 anos (de 4,1% para 8,9%) e aos 50 anos (de 0,5% para 0,9%). A mesma tendência é observada em outros países.

Problemas

Publicado em 30 de agosto de 2017, no site Human Reproduction , da Universidade de Oxford, o estudo traz alguns alertas. “O avanço contínuo da idade dos pais dos recém-nascidos provavelmente também terá implicações para a saúde pública”, disse Michael Eisenberg, professor assistente de urologia.

A idade paterna em ascensão pode afetar o número total de filhos que um homem terá na vida. Além disso, há riscos. Segundo ele, o esperma de um pai em potencial sofre uma média de duas novas mutações a cada ano. “Há associações entre paternidade mais antiga e taxas mais elevadas de autismo, esquizofrenia, anormalidades cromossômicas, alguns tipos de câncer pediátrico e certas condições genéticas raras”.

Eisenberg fez o estudo em parceria com Yash Khandwala, estudante de medicina da Universidade da Califórnia, em San Diego.

O lado bom

“Por outro lado”, observou, “os pais mais velhos têm mais probabilidades de estarem mais bem empregados e com recursos; em geral levam estilos de vida razoavelmente estáveis ​​e podem conviver com seus filhos. Portanto, se envolvem na criação deles, não deixando a tarefa unicamente para as mães.”

Leia o artigo completo aqui.

Fonte: BRUCE GOLDMAN
Síntese: Equipe Plenae

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