Para Inspirar
A oitava temporada do Podcast Plenae está no ar! Confira a história da navegante Tamara Klink. Aperte o play e inspire-se!
22 de Maio de 2022
Navegar é preciso, mas lançar-se ao Atlântico aos 24 anos definitivamente não é para qualquer um. Mas a arquiteta náutica Tamara Klink, filha do já conhecido velejador Amyr Klink, encarou o desafio e, de quebra, inspirou muitas pessoas que acompanharam o seu trajeto.
O segundo episódio da oitava temporada do Podcast Plenae será narrado por ela, que representa o pilar Mente. Isso porque, para além do desafio náutico que ela se propôs, há ainda o desafio pessoal, de autoconhecimento e de lidar com as questões da solidão em meio à imensidão azul.
Prepare-se para se emocionar e ganhar força com o relato da jovem desbravadora. Conheça mais sobre os trajetos percorridos, as dificuldades encontradas e os ganhos ao final colocando o fone e viajando nessa história. Aperte o play e inspire-se!
Para Inspirar
Cientistas avaliaram dados coletados em quase 1 milhão de pessoas em todo o mundo
22 de Julho de 2019
Ouvir a "
música mais relaxante do mundo
" antes de uma cirurgia pode ser tão bom para acalmar os nervos dos pacientes quanto um remédio, dizem pesquisadores americanos.
A música, escrita para reduzir a ansiedade, a pressão arterial e a frequência cardíaca, mostrou-se tão boa quanto um sedativo em um estudo com 157 pessoas.
Os pacientes, no entanto, revelaram que prefeririam escolher sua própria canção. Além disso, os fones que isolam o ruído externo tornaram a comunicação mais difícil, afirmaram os médicos.
Cientistas da Universidade da Pensilvânia, no Estados Unidos, que publicaram o
estudo
em um periódico do
British Medical Journal, agora querem verificar se o tipo de música e como ela é tocada para os pacientes também faz diferença nos resultados.
Os participantes da pesquisa foram divididos em dois grupos. Metade recebeu o medicamento midazolam e metade ouviu por 3 minutos a música Weightless,da banda britânica Marconi Union, enquanto recebiam um anestésico em uma região do corpo. A ansiedade dos pacientes diminuiu igualmente em ambos os grupos.
Sentir-se ansioso antes da cirurgia pode afetar a recuperação por causa dos hormônios do estresse produzidos pelo organismo.
As drogas que reduzem a ansiedade, porém, podem causar efeitos colaterais e precisam de monitoramento constante pelos médicos, disseram os pesquisadores da Universidade da Pensilvânia.
A medicina musical, em contraste, era "virtualmente livre de danos e barata".
Veena Graff, professora de anestesiologia e cuidados intensivos da Escola de Medicina Perelman da Universidade da Pensilvânia, disse: "A música ilumina a área emocional do cérebro, o sistema de recompensa e os caminhos do prazer. Isso significa que os pacientes podem estar em seu próprio mundo, eles podem ser confortáveis e ter controle total".
Fonte:
BBC
Síntese: Equipe Plenae
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