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Um pouco de história: como surgiu o Dia Mundial da Oração?

Celebrada em mais de 170 países, a data surgiu no século XIX, mas ganhou novos significados desde então.

6 de Março de 2020


Dia 6 de março comemora-se o Dia Mundial da Oração do ano de 2020. A efeméride é celebrada toda primeira sexta-feira do mês de março, portanto, pode mudar de dia conforme o calendário vigente daquele ano. Celebrado em mais de 170 país, o Dia Mundial da Oração ajuda a fortalecer a importância da religião no cotidiano das pessoas, além de promover o aumento de obras missionárias e doações de civis à entidades religiosas que desempenham projetos sociais. Porém, a data não é direcionada à uma só religião, mas sim para todas as crenças e credos que vêm, por meio da oração, uma forma de fortalecer sua fé e propagar o bem. Apesar de promulgada oficialmente em 1968,  sua história tem início ainda no século XIX, quando um grupo de mulheres americanas e canadenses buscavam formas de conscientizar a população de como agir efetivamente em prol de causas sociais era mais importante do que somente rezar ou cumprir penitências. O objetivo final era arrecadar mais dinheiro ajuda de todo tipo em projetos voltados às crianças e mulheres. Seu caráter mais específico perdeu-se após a Primeira Guerra Mundial, quando a consciência de que o mundo sofria dos mesmos problemas se abateu sobre a população. Logo, esse dia  ganhou um viés mais democrático e globalizado, unindo todas as nações ao redor de um bem comum: as preces pela paz mundial. Até mesmo um comitê específico, chamado Comitê do Dia Mundial da Oração, foi criado para que se pensassem em conjunto uma liturgia específica para esse dia. O grupo organizava encontros a cada quatro anos para pensar em expansão coletiva. O Comitê existe até hoje, e seu escritório oficial fica em Nova York Estados Unidos, mas já não é mais responsável por tomada de decisões de grandes dimensões. E você, já exerceu sua espiritualidade hoje?

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O segredo do povo mais feliz do mundo

Trata-se de uma atitude perante a vida, que ajudou a Dinamarca a superar a Suíça e a Islândia no ranking global de felicidade.

4 de Dezembro de 2018


Se perguntarmos a um dinamarquês o que é o hygge (pronuncia-se "hu-ga"), ele poderia responder que é sentar em frente a uma lareira em uma noite fria com um confortável pulôver de lã, tomar uma caneca de vinho quente e fazer carinho em seu cachorro. Ou ainda comer biscoitos de canela feitos em casa e assistir TV debaixo do edredom. Literalmente, hygge quer dizer “acolhedor” ou “aconchegante”. Mas vai além disso. Trata-se de uma atitude perante a vida, que ajudou a Dinamarca a superar a Suíça e a Islândia no ranking global de felicidade. Susanne Nilsson, professora de dinamarquês no colégio Morley, de Londres, diz que as aulas durante o inverno incluem o ensino de hygge aos estudantes. “Na Dinamarca, temos invernos frios e longos. Isso influi nas coisas.” No frio, os dinamarqueses têm apenas quatro horas de sol por dia e as temperaturas médias giram em torno de 0°C. “As pessoas passam mais tempo dentro de casa”, diz Susanne, “o que significa que as formas de diversão no lar passam a ser muito importantes.” “Hygge pode ser família e amigos reunidos para jantar à meia luz. Ou pode ser o tempo que você passa sozinho lendo um bom livro”, diz a professora. “Funciona melhor quando não há um espaço vazio grande demais em torno da pessoa ou do grupo.” A ideia é relaxar e se sentir “em casa” tanto quanto for possível, esquecendo as preocupações da vida. Tipo exportação. O conceito de hygge está sendo exportado para outros países –principalmente por meio de restaurantes, cafés e bares de temática escandinava. São lugares com espaços íntimos, cuja decoração carece de uniformidade e a atenção está concentrada nos alimentos reconfortantes. Ainda que muitos dos fregueses talvez nunca tenham ouvido falar de hygge, nesses lugares eles podem entender do que se trata. Os Estados Unidos entraram nessa onda. Lá, há uma empresa de tecidos e papel de parede chamada Hygge West, cujo objetivo principal é canalizar o conceito dinamarquês por meio de desenhos. Em Los Angeles, uma padaria chamada Hygge vende os tradicionais pães e doces dinamarqueses. “O resto do mundo parece se dar conta da importância de algo que os dinamarqueses sabem há gerações: passar um tempo curtindo aconchego com amigos e família, tomando café com bolo ou uma cerveja, pode ser bom para a alma”, afirma Helen Russell, autora do livro The Year of Living Danishly: Uncovering the Secrets of the World's Happiest Country (O ano em que vivemos como dinamarqueses: descobrindo os segredos do país mais feliz do mundo). “Para mim, hygge tem a ver com ser bom consigo mesmo”, diz a professora Susanne. “Tem a ver com se permitir passar um tempo agradável, não se castigar ou não se negar coisas boas.” Leia o artigo completo aqui .

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