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Vegetarianos e veganos podem ter maior risco de AVC

Por outro lado, eles correm menos risco de sofrer de doenças cardíacas, segundo estudo

5 de Setembro de 2019


Veganos e vegetarianos têm menor risco de doenças cardíacas e maior de acidente vascular cerebral ( AVC ), sugere uma pesquisa científica. Essas pessoas tiveram 10 casos a menos de doenças cardíacas e mais três derrames por 1.000 pessoas, comparadas às que comem carne. O estudo, publicado no periódico no British Medical Journal , acompanhou 48.000 pessoas por até 18 anos. No entanto, não é possível provar se o efeito se deve à alimentação ou a outro aspecto do estilo de vida dos indivíduos. Segundo especialistas em dieta, qualquer que seja a preferência das pessoas, comer uma grande variedade de alimentos é melhor para a saúde. O estudo Os participantes foram recrutados entre 1993 e 2001. Metade deles comiam carne, pouco mais de 16 mil ingeriam alimentos vegetarianos ou produtos veganos e outros 7.500 consumiam peixe. Os indivíduos foram questionados sobre suas dietas quando ingressaram no estudo e novamente em 2010. Histórico médico, tabagismo e atividade física também foram avaliados pelos pesquisadores. Resultado Durante o período da pesquisa científica, houve 2.820 casos de doença coronariana e 1.072 de AVC. Dentre eles, houve 300 casos de AVC hemorrágico, que acontece quando um vaso sanguíneo enfraquecido explode e sangra no cérebro. No caso das doenças coronarianas, o risco era 13% menor entre as pessoas que consumiam peixe e 22% inferior entre vegetarianos e veganos, quando comparados aos comedores de carne. Em compensação, aqueles com alimentação vegetariana e vegana tiveram um risco 20% maior de derrame, em relação aos demais participantes. Os pesquisadores sugeriram que isso poderia estar relacionado a baixos níveis de vitamina B12. Para eles, mais estudos são necessários para confirmar essa conexão. Também é possível que a associação não tenha nada a ver com a dieta das pessoas. Talvez ela apenas reflita outras diferenças na vida dos participantes que não comem carne. Isso quer dizer que as dietas veganas e vegetarianas não são saudáveis? Para Frankie Phillips, da Associação Dietética Britânica, a resposta é não, por tratar-se de um pesquisa científica observacional. "A mensagem é que faz sentido ter uma dieta planejada e consumir uma grande variedade de alimentos", disse ela à BBC . Fonte: Caroline Parkinson para BBC Síntese: Equipe Plenae Leia o artigo original aqui .

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Estudo revela por que ouvir música relaxa a mente

A musicoterapia é uma técnica utilizada para promoção de bem-estar e combate ao estresse.

4 de Dezembro de 2018


A musicoterapia é uma técnica utilizada para promoção de bem-estar e combate ao estresse. Mas de que maneira ouvir música nos relaxa? Para responder essa pergunta, pesquisadores da Universidade Juntendo, no Japão, recrutaram doze mulheres de 20 e 40 anos e fizeram um experimento com elas.

Em um laboratório, as participantes passaram 5 minutos em silêncio, depois ouviram música por 3 minutos e, por fim, ficaram mais 5 minutos em silêncio. Esse procedimento foi repetido com três tipos de canções:
1. Clássica (Cânone de Pachelbel , da Orquestra de Câmara Jean-François Paillard);
2. Melódica (Harukanaru Kage , de Yumi Nanatsutani, cover de Close to You, dos Carpenters);
3. Pop japonês (Exile Pride - Konna Sekai wo Ai suru tame, do Exile).

Durante o experimento, as voluntárias estavam ligadas a um sensor de frequência cardíaca e a um de fluxo sanguíneo. Assim, os pesquisadores puderam medir a temperatura da superfície corporal e avaliar os níveis de estresse antes, durante e depois de ouvirem cada tipo de música.

Conclusão

Os cientistas descobriram que a frequência cardíaca das participantes diminuiu significativamente enquanto elas ouviam música, em comparação com o silêncio. Música clássica e melódica tiveram um efeito mais relaxante sobre as pessoas, comparada à pop.

Os pesquisadores descobriram que o volume de fluxo sanguíneo dos ouvintes tendia a aumentar durante a execução de música clássica, demonstrando também um efeito relaxante. Nenhum efeito foi encontrado quando os voluntários escutaram canções pop e melódica.

A temperatura corporal subiu depois que elas ouviram música clássica e, sobretudo, melódica, sinalizando relaxamento. Como o poeta e escritor Berthold Auerbach afirmou certa vez, “a música lava a alma da poeira da vida cotidiana”. Os resultados do estudo corroboram seu sentimento.

Leia o artigo completo aqui
Fonte: Vinita Mehta
Síntese: Equipe Plenae

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