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Você sabe o que é mindfulness?

Mindfulness – ou presença plena, em inglês – é um filosofia que envolve meditação e um estilo de vida.

28 de Junho de 2018


Mindfulness – ou presença plena, em inglês – é um filosofia que envolve meditação e um estilo de vida. Exige que o praticante separe alguns minutos do dia para sentar em um local tranquilo, fechar os olhos, inspirar e expirar pelas narinas com calma e não pensar em nada. No resto do dia, sugere uma vida mais calma – onde uma coisa é feita de cada vez – e concentração no momento presente – deixando as aflições do futuro e as lamúrias do passado de lado. Muitas práticas indianas têm a mesma essência, caso da ioga. A atenção plena pode ser aplicada a qualquer experiência, como comer, relaxar e fazer atividades físicas. Embora mindfulness possa parecer um programa de autoajuda, a técnica tem eficácia respaldada em estudos científicos. Muda a estrutura do cérebro. Oito diferentes áreas do cérebro são alteradas, principalmente o lobo frontal e o hipocampo – regiões associadas às emoções e à memória. Essas mudanças no cérebro promovem uma maior auto-regulação, permitindo uma ação pensada no lugar de uma reação automática. Isso cria resiliência emocional, ajuda a lidar melhor com os desafios da vida. Memória e foco também são aprimorados com apenas oito semanas de prática. Fortalece o sistema imunológico. O que pensamos e sentimos pode afetar o sistema imunológico. Mindfulness ativa as áreas do cérebro que influenciam o sistema imunológico, que passa a responder com mais eficácia. Reduz o estresse. O ritmo mais desacelerado baixa o cortisol, hormônio do estresse e, consequentemente, o risco de doenças a ele associadas. Também, aumenta o comprimento dos telômeros (capa proteica dos cromossomos), o que está relacionado a uma vida útil mais longa. Alivia a dor crônica. Pode ajudar às pessoas com problemas de dor crônica gerenciar melhor o desconforto. A prática regular ainda aumenta a vitalidade e entusiasmo pela vida. Aumenta a qualidade de vida. Praticantes de mindfulness relatam menor depressão, ansiedade, diminuição de pensamentos e sentimentos negativos. Além disso, dizem sentir mais empatia e compaixão, bem como maior satisfação no relacionamento. Ajuda no tratamento de doenças psicológicas. Entre elas, transtorno de estresse pós-traumático e de déficit de atenção, hiperatividade e distúrbios de humor. No link abaixo alguns exercícios: http://www.mindful.org/category/meditation/mindfulness-practice/ Leia o artigo original aqui.

Fonte: Integrative Longevity Síntese: Equipe Plenae

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Bondade aumenta em 50% o tempo de vida

Ter um bom círculo social aumenta em 50% as chances de viver mais e melhor.

31 de Janeiro de 2019


Ter um bom círculo social aumenta em 50% as chances de viver mais e melhor. Enquanto muitos pensam que precisam encontrar alguém para ser amado, pesquisas apontam que é mais importante dar amor quando se fala em aumento de expectativa de vida e bem-estar. Conheça abaixo seis pesquisas que apontam para esse fato.
  1. Idosos. Um estudo feito por Stephanie Brown, da Universidade de Stony Brook, com idosos, mostrou que quem ajuda outras pessoas vive mais tempo.
  2. Voluntariado. Sara Konrath, da Universidade de Michigan, apoia e amplia as descobertas de Brown: prova que o voluntariado promove vida mais longa. Curiosamente, ela descobriu que a beneficência prolongou vidas apenas quando praticada por razões altruístas. Quando desejamos sinceramente ajudar, colhemos os benefícios.
  3. Meditação. Um novo estudo sobre a meditação da bondade amorosa – uma prática que envolve gerar amor e benevolência para com os outros – mostra que praticar o amor regularmente reduz o envelhecimento celular (duração dos telômeros).
  4. Recuperação de doenças . Pesquisas de Ed Diener e Martin Seligman sugerem que a conexão afetiva, em geral, ajuda a ter melhor saúde mental e física, acelerando até mesmo a recuperação de doenças. O amor protege o organismo dos efeitos negativos do estresse e ajuda a promover sentimentos positivos.
  5. Stress. As emoções negativas – caso da raiva e do estresse – são associadas a problemas físicos, como as doenças cardiovasculares, segundo estudo do psiquiatra Edward Suárez, do Centro Médico da Universidade de Duke.
  6. Inflamações. Mesmo no nível celular, saúde e bem-estar prosperam em contexto social no qual podemos sentir e expressar amor. Steven Cole, pesquisador da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, descobriu que a conexão social fortalece nosso sistema imunológico . Os genes afetados pela conexão social também codificam a função imunológica e a inflamação. Enquanto pessoas com baixa conexão social têm níveis mais altos de inflamação, indivíduos com uma vida rica em compaixão, altruísmo e maior significado possuem níveis surpreendentemente baixos de inflamação.
Leia o artigo completo aqui .

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