Parada obrigatória

Maternidade, desafios e muitas emoções

O que foi falado no Plenae em maio

27 de Maio de 2021


Mais um ciclo mensal vai chegando ao seu fim, esse, particularmente emotivo. Se o mundo lá fora apresenta situações complexas, aqui no Plenae, nós buscamos simplificar e traduzir tudo aquilo que nos toca. E, em um mês que começa já celebrando a maternidade, as emoções não poderiam estar mais à flor da pele.

Mais do que um post no Instagram, estreamos mais uma edição especial Dia das Mães do Plenae Drops, nosso canal de vídeos no IGTV. Para isso, convidamos 4 perfis diferentes de mulheres para falar sobre as dores e as delícias do maternar, esse momento da vida tão cheio de múltiplas emoções.

Mas, gostamos de lembrar que há diferentes formatos familiares possíveis no mundo, e depois de muito falar das mães, decidimos dedicar um Plenae Apresenta a uma figura paternal, que é o corpo e a alma do nosso pilar Relações: Gilberto Gil e sua linda família composta por 8 filhos, 10 netos e 1 bisneta - todos frutos de três casamentos. O que podemos aprender com esse exemplo familiar?
De tanto sentimentalismo envolvido, resolvemos investigar: como anda a sua inteligência emocional? Conversamos com uma especialista no assunto para entender como é nociva a nossa própria negligência com a cadeia complexa de sentimentos que podemos sentir. Além disso, demos algumas dicas de como gerenciar melhor as suas emoções e o quão benéfico isso pode ser para sua vida.

E essa montanha-russa de sensações que são naturais dos seres humanos, como mencionamos, está ainda mais acentuada nesse momento de pandemia. Dentre os desafios desse período, destaca-se o isolamento social, que impõe uma boa dose de silêncio e solidão para muitos. Escrevemos sobre como encarar esse silenciamento como uma jornada para dentro de si, e como transformar essa solidão em solitude, o prazer de se estar consigo mesmo. 

Ainda sobre pandemia, falamos sobre o termo “definhamento”, difundido recentemente pelo psicólogo e especialista em gestão organizacional, Adam Grant, em artigo para o jornal The New York Times, traduzido pela Folha de São Paulo. O termo descreve esse mal-estar pandêmico que, aqui no Brasil, é chamado de “desvitalização”, segundo a psicóloga que conversou com a gente. Para ela, há formas de se atenuá-lo seguindo algumas dicas que você confere ao final da nossa matéria.

Emoção daqui, emoção de lá: e do que se trata o salário emocional, essa recompensa utilizada por muitas empresas, e que não é financeira? Conversamos com dois gestores de RH e gestores organizacionais - assim como o Adam Grant, citado anteriormente -, para entender qual é o seu significado, seu uso mais comum, benefícios e malefícios. 

Por fim, nesse mês você ainda confere um dossiê sobre a Medicina Ayurveda! O que é, para que serve, como surgiu, seus termos e o relato de uma praticante. Vale a pena conhecer mais sobre uma prática milenar que possui, principalmente, o alimento como medicação. 

Falando em alimentação como mecanismo importante para uma vida com qualidade, esse mês o Desafio Plenae (a)prova convidou nossos seguidores a cortar de vez o açúcar! Usando a metodologia do livro “Chega de Açúcar”, de Sarah Wilson, nós testamos e relatamos todo domingo nos nossos stories a evolução das semanas. Também publicamos um balanço no meio do mês e, claro, a conclusão no final! 

Para nos ajudar nessa empreitada, contamos com a parceria da Urban Remedy, que assim como a terapia ayurvédica, também acredita no poder medicinal que os alimentos possuem. Lá, você encontra um carrinho de compras com deliciosas opções sem açúcar para você não passar vontade, com R$50,00 de descontos em compras para quem usar o cupom PLENAECHEGADEACUCAR. 

O que será que junho nos aguarda? #AlertaSpoiler: histórias inspiradoras vêm por aí! Fiquem de olho nos nossos principais canais de conteúdo e aguardem por mais dicas e matérias que vão te ajudar a ter uma vida cada dia mais plena!

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Entrevista com

Mônica Barroso

Diretora de Aprendizagem da The School of Life

O propósito é o nosso lugar no mundo

26 de Março de 2019



Diversas pesquisas confirmam que ter um propósito prolonga a vida protege a saúde traz felicidade . Mas como uma pessoa pode encontrar o seu propósito? Para a coach Mônica Barroso, diretora de aprendizagem da The School of Life São Paulo - escola que se dedica ao desenvolvimento de inteligência emocional - a descoberta começa com a tomada de consciência. 

O que é propósito de vida? Aristóteles dizia que a felicidade é uma sabedoria prática. Nessa linha, gosto de definir propósito como algo dinâmico, não um fim. Trata-se de algo que alcançamos por meio do hábito e do esforço de fazermos escolhas que nos coloquem no caminho de experiências cotidianas de qualidade. É um trabalho diário de buscar coerência entre o que pensamos e fazemos. Ter propósito é estar presente em cada momento, ciente dos aprendizados do passado e das possibilidades de futuro. A qualidade das experiências cotidianas se dá a partir do momento em que somos protagonistas de nossas escolhas e ações. 

Podemos descobrir o nosso propósito intuitivamente? Durante a nossa infância e adolescência, a depender da educação, desvendamos nossas paixões, interesses e talentos. Na fase em que mais nos dedicamos ao trabalho, da juventude até a aposentadoria, colocamos nossos talentos a serviço do mundo. Quando as pessoas fazem escolham profissionais que casam com suas paixões e talentos, elas têm mais facilidade de se conectar com seu propósito. Porém, muitas vezes, somos levados a seguir carreiras diferentes daquelas que gostaríamos, e nos distanciamos do nosso propósito. 

Propósito e objetivo são a mesma coisa? Os objetivos são as intenções que nos colocam em movimento para onde queremos ir. Quando alguém me procura para um trabalho de coaching, primeiro defino junto com a pessoa o seu objetivo. Suponhamos que seja transição de carreira. Dentro disso, vamos construir o caminho para alcançar o propósito, que pode ser a satisfação com o trabalho. Logo, a mudança de carreira seria a ferramenta para alcançar algo mais amplo, o propósito. Imagine que os talentos, paixões e interesses sejam “o que”. O trabalho seria o “como”, e o propósito, o “para que”. 

O que podemos fazer para descobrir o nosso propósito? O primeiro passo é a tomada de consciência. Quando sentimos que nossa vida anda em círculo, pode ser o momento de parar e olhar para si. O autoconhecimento ajudará a pessoa a adquirir uma percepção mais refinada de que um ciclo se fechou. Talvez não seja o caso de pedir demissão, mas de se reposicionar dentro da empresa, por exemplo. Também é preciso ter coragem. Muitas vezes a pessoa sabe e sente o que quer, mas não consegue agir. Nas ações, estamos sujeitos a julgamentos e expectativas. 

O propósito está sempre atrelado ao trabalho? A vida profissional e pessoal do ser humano não era tão separada antes da revolução industrial. De lá para cá, homem foi transformado na figura do trabalhador. Passamos a ter uma dedicação grande ao trabalho, que nos leva a colocar uma expectativa alta nessa área. No entanto, às vezes não é na profissão que nos realizamos. Talvez nosso momento de recarregar as energias esteja em algum hobbie, lazer ou relações. Eu, por exemplo, retomei dois hobbies que havia abandonado: nadar e tocar violoncelo. Senti um preenchimento tão grande que até no meu trabalho o impacto foi positivo. 

Existe algum exercício para uma pessoa descobrir qual é o seu propósito? Existem duas grandes perguntas na vida: qual é a minha missão e quem sou eu. Costumo praticar e ensinar um exercício que indiretamente ajuda a responder essas duas questões e nos traz para o presente. No fim de cada dia, imagine uma estrela de cinco pontas. Cada ponta representa uma esfera da vida: espiritualidade, relacionamentos, lazer, trabalho e saúde (física e mental). Reflita como foi seu dia nesses cincos pontos e se faça duas perguntas: o que foi essencial e acessório? Ao fim dessa pequena avaliação, pergunte-se: amanhã, qual é o maior menor passo que posso dar para evoluir na minha estrela? O maior menor passo o estimulará a fazer algo pequeno o suficiente para caber na sua vida, mas grande a ponto de fazer diferença. Quando a gente se propõe um objetivo pequeno demais, sente que não evolui, enquanto um grande demais pode causar frustração. Esse exercício ajuda muita gente a trazer qualidade para as experiências cotidianas. 

O propósito em geral está associado ao trabalho. Como encontrar propósito depois da aposentadoria? O propósito é o nosso lugar do mundo, algo íntimo e construído ao longo da vida. Quem conhece seu propósito e o cultiva, não sente um vazio ao se aposentar, pois o propósito não se encerra com a vida profissional. A aposentadoria apenas abre espaço para o indivíduo ressignificar suas ações.

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