Parada obrigatória

Talchá + Plenae: juntos em mais um evento

O lançamento da coleção Wellness de cerâmicas EssenciAr contou com a participação do Plenae e nossa linha de chás

10 de Dezembro de 2021


Em parceria com a marcas de chás, Talchá, o Plenae lançou uma linha com seis sabores, cada um representando um de nossos pilares:

- Corpo, com cafeína para te dar mais energia

- Mente, um chá suave e calmante

- Espírito, um chá de reconexão

- Relações, sabor adocicado para se tomar em companhia

- Propósito, um chá reflexivo e ayurvédico

- Contexto, também enérgico, para que você assuma as rédeas de sua vida


Sua primeira exposição foi na feira da It Brands, que te contamos como foi aqui. Mas, novamente, fomos convidados para um novo evento: o lançamento da coleção Wellness de cerâmicas EssenciAr, que aconteceu no  dia 25 de novembro, na loja Paula Raia, em São Paulo.

Ele é resultado de uma collab entre Ana Raia e Danielle Raiola, . O dia contou com a apresentação das peças de cerâmica, onde servimos então servimos o nosso saboroso chá.  A coleção Wellness é um lançamento com peças multiuso inéditas desenvolvidas para proporcionarem momentos de bem-estar e reconexão com o que é de fato essencial.

Acreditamos que o nosso entorno reflita em quem somos e o contrário também: é preciso estarmos ativos para sermos a melhora que queremos ver no mundo. E é por isso que um de nossos pilares é justamente o Contexto. Reconecte-se. E que tal tomar um chá nesse momento de reconexão?

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#PlenaeApresenta: Izabella Camargo e os limites do corpo

Vítima de uma Síndrome de Burnout, a jornalista divide como foi ver de perto seu corpo sucumbindo ao cansaço da mente, e até onde a carreira pode ser um vício

28 de Dezembro de 2020



O episódio de Corpo da terceira temporada do Podcast Plenae - Histórias Para Refletir, é narrado por ela, que viu como a mente e o corpo podem ser um só de perto: a jornalista Izabella Camargo.

Depois de quase 3 décadas de carreira na comunicação, Izabella viu seu físico sendo acometido cada vez mais por diferentes doenças, até que descobriu o nome do que tinha: a Síndrome de Burnout.

“Eu aprendi que burnout é um nome novo para um problema antigo. Existe registro de 1869, com o nome de neurastenia. Naquela época, não existia nem luz elétrica, mas já havia pessoas estressadas e angustiadas pelo excesso de trabalho na modernidade”, conta ela.

Apesar de não ser nova, a Síndrome de Burnout vem sendo cada vez mais constante em um mercado de trabalho imediatista e hostil que não pode parar. Mas, apesar de acometer milhares de brasileiros, ela ainda é rodeada de preconceitos.

“A síndrome é cercada de julgamento e preconceito, porque por muitos séculos medidas higienistas tacharam como loucas pessoas com qualquer desequilíbrio mental, de lapso de memória a esquizofrenia”.

Depois de alguns anos trabalhando em jornais da madrugada, Izabella chegou ao seu limite e passou a ter apagões. Seu pior mal não foi só o excesso de trabalho, mas a privação de sono que a vaga lhe impunha.

“Eu colocava o trabalho na agenda antes de mim mesma. Só que pra acumular mais e mais tarefas, eu tinha que abrir mão de alguma coisa. E essa coisa era eu e as minhas horas de sono. Eu passei a dormir muito pouco. E a privação de sono fez a mente e, por consequência o meu corpo, saírem do eixo.

Antes de chegar ao diagnóstico final, ela visitou diferentes médicos. “Os alimentos levaram a culpa, e eu cortei lactose e café, como se a comida fosse a minha inimiga. As pessoas acham que, se alguém tem uma doença, é porque não buscou ajuda. Só que nem sempre procurar ajuda resolve a origem do problema”

“Quando eu dizia pros outros o que estava acontecendo, parecia reclamação. Mas na verdade eu estava pedindo socorro. Quem rege o corpo é a mente. O meu cérebro já tinha dado todos os sinais de que algo não ia bem”.

Após um afastamento de dois meses, Izabella retornou ao seu emprego com a ânsia traiçoeira que mora em todos os que sofrem de Síndrome de Burnout, e foi demitida. Essa ânsia opera como um vício, mas o objeto viciante nesse caso é a própria carreira. Mesmo após ver tão de perto, ela ainda tomou outros tombos pelo mesmo motivo, e hoje entende que seu gatilho é o excesso de trabalho.

Hoje, Izabella vive escrevendo para ajudar os outros a não chegarem ao limite como ela chegou. “O burnout é um desequilíbrio invisível, diferente de um pé quebrado. Além de cuidar da minha saúde, eu tinha que lidar com o julgamento alheio”.

Para ela, o suporte emocional e a compreensão de quem está perto é de extrema importância. “Na minha opinião, a melhor maneira de oferecer ajuda é dizendo: ‘Quando você estiver confortável, eu estou aqui para te ouvir’, ou: ‘Como eu posso te ajudar’”.

Conheça mais sobre esse forte e inspirador relato na terceira temporada do Podcast Plenae - Histórias Para Refletir.

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